Tá no ar! Novo site da Bianca Accessory

A Sopa de Ideias lançou esta semana o novo website da Bianca Accessory com a nova coleção do segundo semestre de 2014.

O trabalho começou muito antes do desenvolvimento. O primeiro passo foi a pesquisa dos conceitos para atingir o target desejado da Bianca Accessory: o público feminino antenado nas tendências de moda. O novo conceito escolhido pela agência trouxe mudanças visuais significativas para a marca, tornando-a mais moderna e dinâmica.

Todo o portfólio de produtos e lookbooks da Bianca Accessory foi totalmente renovado, seguindo os conceitos escolhidos.

No novo website, você pode conferir modernas técnicas de desenvolvimento para internet em HTML 5, alinhadas com um excelente trabalho de design e fotografia.

Segundo matéria da Meio&Mensagem no Especial Profissional de Mídia (junho de 2014), com Peter Fernandez, head of brand solutions do Google, cerca de 33% das pesquisas no Google.com e 40% dos views do YouTube já ocorrem via mobile, índices que devem chegar a 50% em breve. Seguindo estas tendências, o novo website foi desenvolvido para rodar em múltiplas plataformas.

Veja todas as novidades acessando o novo
website da Bianca Accessory:

www.bianca.com.br

Pen drives que funcionam como post-its

A partir de agora, todos aqueles lembretes colados no monitor do computador finalmente vão armazenar dados. Dois designers criaram um conceito de pen drives USB feitos de papel fino, que se aderem com facilidade a qualquer superfície.

Os DataStickies foram desenvolvidos por Parag Anand e Aditi Singh, do estúdio de design ASDS, de Nova Délhi. Pela sua descrição, parece que eles se cansaram se tentar achar portas USB, criando um pen drive que armazena dados e os transfere diretamente para uma superfície ótica de transferência de dados (ODTS). Ela consiste em um painel fino que se adere à tela de um computador ou outro equipamento eletrônico.
Segundo os designers, os DataStickies contariam com adesivos condutores sensíveis à pressão, que poderiam ser reutilizados em deixar marcas. Você também poderá escrever sobre eles, e as bordas acenderão durante a transferência de dados.

“Se for preciso entregar um arquivo, basta usar um único adesivo, em vez de um pen drive inteiro”, descrevem Anand e Singh. ”Os dados relacionados a um assunto específico em um livro podem ser ‘colados’ na página relevante”. O projeto acaba de vencer o prêmio Red Dot Design 2014, um dos maiores concursos de design do mundo.

Os DataStickies seriam feitos de grafeno, um material que Signe Brewster, do GigaOm, descreve como “uma única camada de átomos de carbono, ligados por um padrão repetitivo de hexágonos”. Ela também destacou que o “adesivo-pen drive” é um milhão de vezes mais fino que o papel. O grafeno permitirá que o usuário carregue uma quantidade significativamente maior de dados que a dos pen drives atuais, embora o material ainda apresente alguns desafios.

Quando vejo flash drives minúsculos em uma loja, me sinto como uma carroça velha. Lembro-me da época em que tínhamos que apagar arquivos grandes de discos rígidos externos para abrir espaço! E agora tudo pode ser armazenado em bilhetinhos colados no computador. Só não deixe seus gatos por perto: aquele relatório importante pode acabar na caixa de areia.

Fonte: Discovery

Computador vestível Meta é melhor já projetado

Você se entusiasmou com o Google Glass e com todos os outros óculos de realidade aumentada que apareceram? Então repense o que você conhece sobre estes gadgets. O Meta Space Glasses é um protótipo de óculos de realidade aumentada que combina múltiplos sensores para oferecer uma nova interface realmente produtiva.

 

Detalhes da especificação ainda não foram concretamente finalizados, mas o protótipo inclui:

• Duas telas de LCD com 960 por 540 pixels (calibrados para 23 graus de visão estereoscópica);
• Câmera RGB;
• Sensor de infravermelho (profundidade) com resolução de 320 por 240 pixels;
• Sensor com 9 graus de liberdade (acelerômetro de três eixos, giroscópio de 3 eixos, e bússola de 3 eixos).

O mais interessante parece ser mesmo o software. Construído com uma interface em linguagem JavaScript, o SDK usa o motor 3D Unity para oferecer reconhecimento de gestos e mapeamento de superfícies. O software tenta resolver os principais problemas da visão computacional. Ele eleva o patamar de realidade aumentada para realidade mediada. Grosso modo, ele permite não só incluir imagens e objetos no seu campo de visão. É possível removê-los também. Imagine retirar da visão algum objeto que você ache feio e seu familiar não.

Meron Gribetz, estudante de computação e neurociência na Universidade de Columbia, é o criador da Meta, a empresa por trás deste dispositivo. Ele acredita que smartphones, tablets e computadores são ultrapassados. Sua expectativa é que estes dispositivos possam ser resumidos em um único computador vestível.

Talvez o Space Glasses não possa ser comparado com o computador vestível J.A.R.V.I.S. do herói dos quadrinhos Homem de Ferro, como o site oficial sugere. Mas se depender da equipe, a questão não é mais como isso vai acontecer e sim, quando vai acontecer. O cientista chefe da equipe é o renomado Steve Man. Ele tem mais de 25 anos de experiência no ramo e por isso é conhecido como o pai da computação vestível.

Vale dizer que o protótipo inicial foi financiado via Kickstarter, mas ele ainda está disponível via site oficial por 492 dólares. A versão final ficará pronta em Abril de 2014, por 667 dólares e já está disponível em pré-venda. Amanhã este preço aumenta em 175 dólares.

Veja o vídeo de demonstração dele (publicado pela Cnet):

Fonte: Info Online

Bocejou? Ganhou um café!

 Tudo o que você tinha de fazer para receber uma xícara café era bocejar. Pois isso já existe. A responsável por essa façanha foi a agência Joe Public, da África do Sul, que criou uma máquina especial para a marca Douwe Egberts, que distribui café quando você boceja na frente dela.

 

A máquina (sonho de muitas pessoas) usa o reconhecimento facial para identificar o bocejo e na mesma hora libera um copo de café grátis e quentinho para acabar com os ‘olhos vermelhos’ de sono.

Confira:

Fonte: Comunicadores

 

 

 

 

Empreendedor passa de faxineiro a dono de feiras em SP

Tedd Albuquerque, 48, já foi carregador de móveis, garçom, vendedor de cachorro-quente, faxineiro e sacoleiro.

Hoje ele é o homem por trás de duas feiras semanais em São Paulo (a de um shopping na avenida Paulista e a “Como Assim?!”, na praça Benedito Calixto) que, somadas, juntam cerca de 230 expositores que pagam a ele entre R$ 550 a R$ 1.100 por mês.

Recentemente, ele lançou um livro contando sua história (ele usou o mesmo nome da feira, “Como Assim?!”, saiu pela editora Biografia, custa R$ 29,90 e tem 175 páginas).

 

 

Natural da cidade de Barreiros, no Pernambuco, Albuquerque chegou em São Paulo no fim dos anos 1980 com um salário mínimo no bolso. Sem ter onde morar, hospedou-se em uma pensão no bairro da Luz onde alugava uma cama-quente: “Eu alugava a cama das 21h às 6h do dia seguinte. E então chegava outra pessoa, para ficar no mesmo lugar. E não tinha troca de lençol ou travesseiro. Mas era um preço em conta”.

Ele começou a trabalhar como carregador de móveis na região da Luz, mas depois de um tempo, indicaram a ele um posto de garçom em uma casa de shows.

No novo posto, ele conheceu uma cliente que o indicou para trabalhar como assistente de importação em uma empresa de tecnologia.

“Nos finais de semana eu ia para o Paraguai para fazer compras, era um bate-e-volta. Muita gente queria artigos como uísque ou videocassete”, conta.

Por conta das viagens ao país vizinho, ele conheceu pessoas em agências de viagem. Depois de seis anos na empresa de tecnologia, ele pediu para sair no primeiro corte que houvesse e começou a trabalhar com turismo.

Quando se cansou desse setor, fez uma viagem à Londres, onde decidiu que queria abrir um mercado semanal, em que abrigasse tanto artesãos como vendedores de artigos para casa ou roupas.

Nessa época, ele conta, existia em São Paulo o Mercado Mundo Mix, mas lá “não tinha gente do artesanato”. Ele conta que, hoje, pelo menos 30 de seus expositores são “sobreviventes do Mercado Mundo Mix”.

A novidade das feiras dele, diz, é que elas são sempre semanais e em um mesmo local.

O próximo passo é um restaurante, que ele abriu recentemente no espaço da praça Benedito Calixto.

Fonte: Folha de São Paulo