A Importância de Construir Comunidades em Torno de Marcas

As pessoas tendem a confundir “Estratégia de Social Media” com “ter uma conta da minha empresa nas principais redes sociais”.

No entanto, as estratégias de Social Media que dão resultados são aquelas que vão além da mera quantidade de curtidas na página ou nos posts, partindo para o planejamento de longo prazo, visando construir e nutrir comunidades de fãs em torno de uma marca, produto ou serviço.

community-manager

Consumidores não prestam mais atenção em propaganda, mas procuram ativamente ouvir a opinião de outras pessoas (principalmente do seu relacionamento) sobre produtos e serviços que desejam consumir. Esta é a oportunidade perfeita para criar um ambiente onde as pessoas falam bem da sua marca. A “mina de ouro” hoje em dia não está mais na mídia paga, nem na mídia própria per si, mas na forma como as marcas utilizam estrategicamente essas mídias para atrair mídia espontânea.

Para isso você precisa:

  • Garantir a excelência do seu produto/serviço/atendimento – caso contrário, as pessoas usarão as redes sociais para falar mal da sua marca. Primeiro você precisa “ser”; depois “aparecer”;
  • Entender qual a personalidade da sua marca e criar o “tom de voz” que irá expressá-la na internet (será formal ou “informal”? Assertiva ou diplomática? tradicional ou “cool”?);
  • Criar uma linha editorial que servirá de guideline para a criação das pautas de posts;
  • Responder rapidamente às perguntas ou comentários deixados pela sua rede de fãs, sempre usando a personalidade e “tom de voz” da sua marca;
  • Levantar questões sobre temas cotidianos a partir do que as pessoas estão falando na internet (mas tome cuidado com os temas polêmicos). Pergunte a opinião dos seus fãs. Estimule a participação e diálogo (deles com você, e entre eles mesmos);
  • Utilize softwares para monitorar os comentários (para que todos sejam respondidos), medir engajamento dos seus fãs e extrair dados sobre eles.
  • Analise esses dados, faça ajustes na linha editorial, pauta de posts e na estratégia como um todo.

Entre em contato com a gente!

Teremos prazer em conversar sobre os cases da Sopa de Idéias na construção de comunidades em torno de marcas! Deixo aqui meu e-mail, para sanar quaisquer dúvidas: fernando@sopadeideias.com.br

Forte Abraço!

Estudo faz mapeamento das maiores marcas brasileiras no Facebook

Você sabe como as marcas brasileiras se comportam no Facebook? A agência It’s Digital fez um mapeamento de 1156 marcas ativas de 110 segmentos diferentes do mercado entre novembro de 2015 e janeiro deste ano. Os resultados foram muito interessantes, e mostram muitas carências no mercado de Redes Sociais, assim como o perfil do conteúdo que é mais comum aqui no Brasil. Vale a leitura!

Veja os gráficos a seguir:

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

Via AdNews

Como ser criativo no Facebook, segundo o próprio Facebook

adnews-15995934391411146334bddd07870819b5654e2c5e5476b4b530aadf9fba

O Facebook, por meio de seu blog voltado para os anunciantes, enumerou seis dicas de como ser criativo na maior rede social do mundo.

Todas foram elaboradas por Pablo Tajer, Creative Strategist do Facebook para o Cone Sul.

Confira:

1 – Tente parecer uma pessoa, não uma empresa

O Facebook é uma plataforma que apresenta diferentes desafios para a publicidade tradicional e é importante que você tenha isso em mente ao criar suas publicações e anúncios. Quanto mais você se parece com amigos de seus clientes, mais atenção você vai receber. Por exemplo, se você tem um restaurante, em vez de criar um conteúdo com um fundo estático e a foto de um prato, é melhor se você usar a perspectiva de uma pessoa, que é mais atraente e menos “publicitário”. O objetivo é que seus clientes não percebam a diferença entre conteúdos criados por marcas e por amigos em seus Feed de notícias.

2 – Conte uma pequena história em cada publicação

No Facebook as pessoas contam situações que acontecem com elas. Sua marca deve fazer o mesmo. Seu conteúdo tem quer contar histórias e/ou momentos dos produtos e serviços que você está oferecendo. Isso é a chave para que as pessoas se identifiquem com sua marca.

3 – Pense criativamente em quem podem ser seus potenciais clientes

O Facebook tem ferramentas que te ajudam a segmentar e aprender mais sobre os interesses de seu público. Quanto mais informações você tiver sobre os seus potenciais clientes, melhor. Conhecer os gostos e desejos dessas pessoas vai te ajudar a sair do convencional e a criar conteúdos que atraiam quem ainda não tem interesse pelo seu produto ou serviço. Por exemplo, se você tem uma empresa que vende raquetes de tênis, você pode segmentar seu público interessado em cuidados de saúde e não necessariamente direcionar a mensagem somente para pessoas interessadas no esporte. Alguém que está interessado em sua saúde pode ser um cliente em potencial para você e quer comprar uma de suas raquetes.

4 – Preste atenção na qualidade das imagens

Hoje existem muitas ferramentas para criação de conteúdo atraente e bonito. Por exemplo, os filtros de Instagram. Não é necessário ter um fotógrafo profissional para tirar uma bela foto. Com uma boa imagem e o filtro certo é possível conseguir uma publicação de qualidade. Por outro lado, você deve se dedicar a criação de conteúdo próprio para que tenham uma cara mais real e se pareçam menos com fotos genéricas de bancos de imagens.

5 – Pense sempre no visual dos conteúdos para dispositivos móveis

Cada vez mais pessoas acessam o Facebook por meio de um dispositivo móvel — celulares, smartphones, tablets. Ao criar uma publicação é importante observar as limitações destes dispositivos e pensar na melhor alternativa. Por exemplo, ao escolher uma foto do seu perfil teste seu visual num dispositivo móvel. Se a imagem for muito grande, provavelmente ficará cortada, o que gera uma má experiência para quem vê.

6 – Evite mensagens como “Clique em curtir se gostou do que viu”

Se o conteúdo é atrativo, as pessoas naturalmente vão clicar em curtir, comentar ou compartilhar. A primeira barreira é que você deve propor a quebrar a indiferença das pessoas com oi seu conteúdo e a melhor maneira de fazer isso é usando sua criatividade.

Campanha de conscientização sobre o câncer de mama faz um redesign dos logotipos das mídias sociais.

cancer

Já lembrou de checar as suas redes sociais hoje? A provável resposta é sim, e você deve ter visto checado várias vezes. Mas e o autoexame das mamas? Vocês, mulheres, lembraram? A resposta provavelmente é não. E em cima dessa ideia genial, a DDB Cingapura criou uma campanha para o Outubro Rosa, mês de conscientização sobre o câncer de mama.

Atualmente, acessar as redes sociais é algo religioso, feito diversas vezes ao dia, normalmente em tempos livres. Já o autoexame de mama normalmente não é feito por “falta de tempo”. E se abríssemos mão de entrar um pouco nas redes sociais para cuidarmos da saúde? Com isso, houve um redesign dos logos das redes sociais, como Facebook, Twitter e Instagram, lembrando as moças de fazerem o autoexame.

Vejam o resultado da campanha:

breast-cancer-facebook-02-2014

breast-cancer-instagram-02-2014

breast-cancer-twitter-02-2014

Via Brainstorm9

O público ficou mais seletivo. Será que sabemos lidar com isso?

Público alvo

O ano de 2014 começou com um turbilhão de acontecimentos: ano de Copa do Mundo, ano de Anti-Copa do Mundo, manifestações por todos os motivos e de todos os lados, Eleição presidencial, economia de cabeça pra baixo, Marco Civil, audiência da poderosa Rede Globo despencando mês após mês com suas novelas que não fazem o mesmo sucesso, ameaça de guerra europeia (e alguns acreditam que poderia ser a Terceira Guerra Mundial), ‘Facebookcídio’, enfim, começou a todo vapor e parece que todo mundo percebeu esse ‘estranho’ momento.

A maioria desse acontecimentos, até então, eram considerados improváveis e mudaram de uma forma repentina. Todos esses que citei, e muitos outros, foram da noite pro dia e com certeza de alguma forma assustaram as pessoas, cada uma no seu grau de entendimento ou envolvimento. O fato é que as pessoas estão criando um certo grau de seleção no que gosta, vê, compartilha, assiste e participa. É um movimento de criação de identidade da população, que parece estar aprendendo a falar: ‘isso eu gosto e isso não. Ponto final’. E se isso realmente está acontecendo, se o público realmente está se tornando seletivo com o que lhe atinge, é aí que entramos, amigos Comunicadores!

O princípio básico da comunicação é a seleção do público-alvo. Adequação da linguagem, referencial, tom, simbologia, e todos os elementos que transformam o meio de comunicação seletivo e adequado à um determinado público. Mas creio que precisamos começar a perceber algo a mais nessa ação de adequação. O público, muito mais do que antes, espera muito mais de uma ação do que somente algo criativo e inusitado. Elas esperam ser parte daquilo, poder tocar, chegar perto, estar no meio, falar sobre isso, dar opinião. O público quer envolvimento e parece esse é o desafio, de como colocar as pessoas não só de cabeça, mas de coração dentro de uma ação. Grandes comunicólogos já disseram isso em tempos atrás como uma visão de como seria o futuro. Chegamos à esse futuro e ele se tornou o hoje.

E então, amigos. Será que já estamos preparados para essa ‘nova’ forma de falar com o nosso público? Fica aí o nosso desafio de falar, ser ouvido, ter uma resposta e ainda fazer diferença na vida e no coração desses ouvintes.

Fonte: Plugcitários