Instagram passa a mostrar data e hora das publicações

adnews-178064023514580537954caebe34ead9d5c808fe01ad82db33071c6b9025

O “pessoal de humanas” que não gosta muito do modo como o Instagram marcava o tempo de suas publicações, em semanas, pode comemorar. A partir de agora, a rede social vai passar a mostrar a data e a hora exata em que uma foto foi publicada, dispensando a necessidade de fazer uma conta para saber quando o post foi feito.

Segundo informações do Mashable, que percebeu a alteração, a atualização deve chegar de forma gradativa aos usuários até que atinja toda a base da rede pertencente à companhia de Mark Zuckerberg.

instagram-exact-date-mashable

Outra modificação notada pelo portal é o modo como o aplicativo exibe a barra de volume dos vídeos. Antes, quando o usuário tentava aumentar ou diminuir o som a exibição das imagens ficava comprometida, já que o recurso surgia logo em cima do post. A partir de agora, a barra passa a aparecer no topo da publicação, não dificultando a visualização.

O Instagram ainda não deu nenhuma declaração oficial sobre as novidades.

Via AdNews

5 dicas do que é vital medir nas redes sociais

brasileiros-nas-redes-sociais-perfil-2011

As mídias sociais são hoje um dos mais poderosos instrumentos de marketing online para a criação e manutenção de relacionamento e engajamento das marcas com seus públicos. Geram brand awareness e ainda podem contribuir fortemente para conversão e vendas.

Mas a quais indicadores ficar atento na hora de medir toda essa interação? O que de fato importa e o que não se pode deixar de fora?

Aqui 6 dicas para mensurar o que é preciso ser mensurado.

1. Nunca perca de vista o resultado de suas campanhas
As visitas geradas por campanhas são o resultado de suas ações de comunicação online nas redes sociais, suas campanhas de marketing, que levam tráfego para o destino que você planejou, seja uma landing page de uma promoção, seja o site da empresa, seja uma área de um portal de e-commerce. Se você usar as suas redes sociais como Facebook, Twitter e LinkedIn para engajar seu público e colocar aí convincentes mensagens de ação, seu público vai agir e recompensar seus esforços. Ferramentas e métricas de acompanhamento dessas interações auxiliam a medir a eficácia de cada post, cada mensagem publicitária, cada conteúdo colocado nessas redes. Medir o resultado dessas campanhas permanentemente e mudar seu curso dependendo dos resultados, em tempo real muitas vezes, é um dos indicadores mais relevantes para suas ações em mídias sociais.

2. Quanto andam interagindo com sua marca?
As interações são o número de vezes e a frequência com que seu público interage com suas ações nas mídias sociais e são uma métrica diretamente decorrente das visitas geradas por campanhas (acima). Qualquer interação que ocorra é sempre bem-vinda. Mas é do conjunto de interações e principalmente da sua frequência e recorrência que virão seus mais relevantes resultados. Ao longo do percurso de sua presença digital nas redes sociais uma série de parâmetros vão sendo naturalmente criados. Esse histórico de seus consumidores é extremamente rico e contém as bases para acompanhamento de performance de suas ações. Um número alto de visitas, mas um número baixo de conversões não interessa. Um número baixo de visitas para um número alto de interações pode ser um resultado interessante para produtos e serviços premium, mas é sempre importante manter o índice de visitas crescente. Aumentar a um só tempo frequência e assegurar recorrência e conversão são chave para o sucesso neste indicador.

3. Eles estão acompanhando você, mas estão tomando alguma atitude?
A atitude efetiva e prática de seus usuários e consumidores nas redes sociais são um dos indicadores que você, definitivamente, tem que acompanhar o tempo todo. Porque veja, suas redes podem estar atraindo e até cativando um volume de público interessante, mas as ações que resultam em, por exemplo, compartilhamento das suas mensagens ou levam efetivamente a uma conversão são os números que acabam movendo o ponteiro de sua performance e de seus resultados. Nas redes sociais o compartilhamento é um importante indicador, porque as pessoas em geral costumam acreditar muito na opinião e nas indicações de seus amigos e seguidores. As comunidades com quem se relacionam. É desse volume de atitudes não meramente passivas, mas geradoras de novas internações que acabam por otimizar todos os seus parâmetros de sucesso. E, ao final, clicar em algo que seja de fato importante para o negócio, é tudo o que se deseja.

5. Seus cadastros estão sendo preenchidos?
Nas redes sociais você tem a oportunidade de ouro de conhecer em detalhes com quem sua marca está conversando e qual o perfil das pessoas que estão interagindo com ela, de alguma maneira. Trata-se de um dos maiores tesouros digitais de que as companhias podem dispor, os dados de cada internauta, seus hábitos e preferências. Isso pode ser obtido através dos tradicionais e altamente úteis cadastros que é sempre possível colocar na jornada dos seus usuários ou consumidores quando eles estão interagindo com sua marca nas redes sociais. Estimule fortemente o preenchimento desses cadastros com conteúdos relevantes para a vida do target que você pretende atingir, entregue a essas pessoas informações e serviços, promoções e brindes, em troca de dados cadastrais e de comportamento. Acompanhar esses dados e trabalha-los a favor de novas ações e interações é vital para seus resultados online.

6. Você não está sozinho, há quem possa ajuda-lo sempre
Redes sociais, como o nome claramente já define, são uma malha de conexões. Essas conexões podem se multiplicar e se expandir. E quanto mais isso acontecer levando sua marca de carona, melhor. Essa ampliação se dá de forma orgânica, através das trocas de mensagens e interações dos seus seguidores, fãs, seu público de um modo geral. Mas há pessoas mais especiais no emaranhado dessas redes, os evangelizadores. Eles são poucos em número, se comparados com o volume total de pessoas que se relacionam com sua marca, mas eles têm a capacidade de influenciar a multidão. São formadores de opinião, de alguma forma, e se eles aderem a sua causa, a causa da sua marca, aos seus propósitos e ofertas de valor, eles vão contar isso para muita, muita gente. Eles vão ajuda-lo na disseminação das suas mensagens e benefícios. Identifique-os online, ative-os permanentemente, converse com eles. Eles certamente recompensarão seus esforços.

Originalmente publicado em www.innovationinsider.com.br.

Marcas olham para o Instagram

instagram

Após a limpeza nos perfis falsos ou inativos realizada pelo Facebook em 2014, a média de novos fãs na rede social voltou a subir no segundo trimestre desse ano. Os dados são do #MS360FAAP, relatório que acompanha o desempenho das 100 principais marcas brasileiras nas redes sociais, desenvolvido pelo Núcleo de Inovação de Mídia Digital (NIMD) da instituição, em parceria com a Sociabakers. O segmento “Bens de Consumo” havia perdido, em média, 172 fãs entre janeiro e março. Já entre abril e junho, a média foi de ganho de 47.812 novos fãs.

Ainda sobre o Facebook, o nível de interatividade também apresentou crescimento, sendo que “Mídia/Notícias” foi o grande destaque. “Saímos de uma média de aproximadamente 1,5 milhão de interações nesse segmento no início do ano para mais de 12 milhões neste último trimestre”, comenta o professor Thiago Costa, um dos responsáveis pelo #MS360FAAP.

O Instagram foi a rede que apresentou maior crescimento. As marcas no ano passado possuíam 24.953 seguidores, em média, no segundo trimestre. No mesmo período deste ano foi identificada uma média de 84.573 seguidores. No ano passado, os perfis cresciam uma média de 5.265, enquanto neste ano, cresceram 20.681 em média.

Apesar dos vídeos estarem ganhando cada vez mais espaço no dia a dia das pessoas, os números mostram que houve pouco crescimento do número de assinantes médio dos canais dessas 100 marcas analisadas. Em 2014, havia 12.209 assinantes em média nos canais, neste ano o número cresceu para 16.876.

O infográfico com os dados completos do relatório está disponível aqui.

Via Meio e Mensagem

Facebook registra Carnaval mais interativo da história

adnews-688154822142426424852ce1512e0b34baba91e31b279d07d1d469ff159

Nos quatro primeiros dias de Carnaval, os foliões geraram 295 milhões de interações no Facebook (curtidas, compartilhamentos e comentários). Isso representa mais que o dobro do Carnaval de 2014, que registrou 125 milhões de interações no período.

Com 91 milhões de brasileiros acessando o Facebook mensalmente, isso significa que três em cada cinco deles entraram na plataforma para falar sobre o Carnaval. Em 2014, do primeiro sábado de folia ao desfile das campeãs de domingo, 36 milhões de pessoas estiveram envolvidas em conversas sobre a folia.

Vale lembrar que, como em praticamente todos os grandes eventos, qualquer gafe, deslize ou fato inusitado pode viralizar um meme, o que contribui bastante com a interação massiva. Foi o que aconteceu com a fantasia da cantora Claudia Leite, que virou motivo de piadas e comparações na web. (vide foto acima)

Já no Instagram, mais de 10 mil fotos foram compartilhadas em duas ações que exibiam as fotos dos foliões nos trios elétricos de Claudia Leite e Ivete Sangalo. Para motivar essa interação, a plataforma desenvolveu um pacote com 16 stickers para o Messenger, em parceria com o estúdio Mola.

Via AdNews

Quais são as piores gafes que uma marca pode cometer nas redes sociais?

1

Não ouvir o cliente, não atualizar o perfil, errar o timing de um post, não revisar textos ou ser mal educado: todas estas gafes são capazes de derrubar um trabalho de social media e afetar a reputação de uma marca. Se por um lado as redes sociais são excelentes plataformas para potencializar a comunicação e estreitar os laços com os consumidores, um deslize pode fazer um enorme estrago.

Mais críticos, verborrágicos e “empoderados” pela democracia da web que horizontaliza a relação entre marcas e pessoas, os seguidores não perdoam vacilos de comunicação. Dependendo da proporção, uma gafe pode ser visualizada por milhares de pessoas em questão de minutos.

Para Renato Melo, sócio-diretor da Iska Digital, um dos maiores desafios nessa busca por engajamento está na linha tênue entre a ousadia e o excesso. “Como algumas empresas se arriscaram e deu certo, surgiu uma espécie de cartilha que diz que a marca precisa ser despojada e extremamente bem humorada, transitando em temas polêmicos para alavancar curtidas”, explica.

Mas qual é o problema? “Há alguns temas que devem ser riscados. Um deles é o futebol, com certeza. A Danette tirou sarro do São Paulo logo após ele ser eliminado tomando quatro gols na Libertadores (veja aqui). Brincar com a derrota de um time quando o torcedor está emocionalmente abalado, não traz benefício nenhum à marca”, alerta Renato. Para ele, outro assunto delicado e que merece policiamento é a questão do racismo. “Talvez este seja o tema que mais precisa de gestão de crises. Como exemplo temos o caso da Iemanjá Branca, da Farm, e também da Johnnie Walker”, relembra.

2
5

Para Marcos Giovanella, diretor de internet e mídias sociais da Prefeitura Municipal de Curitiba e um dos profissionais mais conceituados de social media no Brasil, a escolha dos profissionais que vão cuidar do perfil da marca deve ser o primeiro cuidado. “Infelizmente ainda é comum ouvir no mercado que se quer uma estratégia de social media, mas que não se quer investir muito e, portanto, que você pode começar esse trabalho com um estagiário. Nada contra estagiários, afinal todo mundo precisa começar a trabalhar um dia. No entanto, as redes sociais além de serem vitrines são os canais mais próximos de comunicação entre você e o seu cliente. Fazer isso é quase tanta irresponsabilidade quanto colocar um estagiário no comando financeiro da sua empresa”, acredita Marcos.

Para exemplificar a questão, Giovanella lembrou o caso da Locaweb, no qual um diretor da empresa tuitou falando mal do São Paulo, clube patrocinado pela empresa. “Uma confusão entre contas no aplicativo mobile da ferramenta que custou caro para o diretor e para a empresa. Ano passado tivemos também o caso do Bom Negócio e a sua imagem do casal ‘Joanna e seu marido’ que também gerou mal estar nas redes”.

4
1

Marcos também acredita que conversar significa tratar as pessoas com respeito, educação, transparência e sinceridade, coisa que algumas marcas desconhecem nas redes sociais. “Temos que lembrar que não somos pessoas físicas quando administramos um perfil social de um CNPJ e por conta disso temos que ter um cuidado redobrado na linguagem e na construção de diálogos com os clientes e fãs”, avisa.

Seguindo essa linha, Talita Bazetto, coordenadora de mídias sociais da agência Rae,MP, citou o caso do bar Phoenix American Mex, de Curitiba (PR), que tomou repercussão nacional, após a reclamação de uma consumidora mal atendida. “A mensagem seria uma simples advertência de mau atendimento e preço elevado, se não fosse a falta de profissionalismo do dono do bar ao responder à consumidora por meio de seu perfil pessoal. Ele a ofendeu publicamente e inúmeras pessoas defenderam a consumidora”.

Entre outras observações interessantes, Talita falou também sobre a necessidade de responder os comentários positivos e negativos do cliente. “Quem reclama quer ser ouvido e ignorar as mensagens pode fazer com que o buzz negativo da marca só aumente. Identifique o problema, descubra em que ponto a crise começou e quem são os usuários envolvidos e resolva. Se o erro for da empresa, assuma e desculpe-se”.

Para finalizar, Marcos Giovanella deixou seu desejo para este ano. “Sinceramente espero que 2015 seja um ano de menos gafes e mais projetos inspiradores para as marcas e instituições e que o mercado consiga a cada dia formar mais e melhores profissionais de social media”.

Via AdNews