2015 o ano em que o mobile já ultrapassou o desktop

Nós olhamos nossos celulares mais de 150 vezes por dia. É um dos poucos objetos que é tão pessoal que tem senha. Ele transforma a vida das pessoas, assim como transforma mercados e indústrias. Mas as marcas não estão acompanhando essa transformação.

O investimento em mobile ainda é de apenas 5%.

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Fonte: Google (g.co/mobileday)

 

Alguns mitos e respostas

Mobile é para quem é rico?

O uso do 3G cresceu 123% nos últimos 18 meses. São 48,3 milhões de usuários de smartphone na classe C. A classe C cresceu 204% em menos de dez anos e movimenta atualmente 495 bilhões de reais em renda própria por ano.

 

É só para redes sociais e entretenimento?

Apenas 28% do tempo é gasto com redes sociais e entretenimento. Os outros 72%: Fotos, bancos, mapas, apps de empresas, buscas, e-mail, comparação de preços, compras.

 

Sites móveis não têm conversão?

86% dos usuários de smartphone fazem pesquisa de compras no mobile. O site mobile (ou responsivo) é o principal canal para atividades comerciais nos celulares.

 

Vale a pena assistir

Confira o documentário produzido pela Google sobre o “Mobile Day”

Google agora pertence à Alphabet, holding criada pelos seus fundadores

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Por meio de uma publicação em seu blog oficial, a Google anunciou que agora faz parte de uma empresa chamada “Alphabet”. É isso mesmo! Na verdade, a Gigante das Buscas não foi comprada (e quem conseguiria?), mas sim transformada em uma holding, a tal Alphabet. Com isso, essa nova empresa compreenderá a Google, a Nest, a Calico, a Fiber e vários outros negócios que a empresa criou e comprou nos últimos anos.

A marca “Google” continuará sendo a principal dessa nova holding, compreendendo todos os negócios relacionados à internet e sistemas operacionais. Ou seja, Google Search, YouTube, Gmail, Google+, Mapas e Android ainda estarão sob o mesmo guarda-chuva.

Mas afinal, por que isso aconteceu?

O que essa nova mudança pode trazer de bom para a nova holding é a liberdade de atuar em vários segmentos de mercado diferentes sem ter que atrelar o nome “Google” a tudo, que já identifica implicitamente uma empresa de internet e tecnologia em geral. Ou seja, a Alphabet vai começar do zero e poderá ter negócios muito diversificados sem comprometer a identidade de suas subsidiárias.

“Basicamente significa que a Google pode construir um portfólio muito mais amplo de novos negócios sem necessariamente envolver a ‘marca Google'”

Fora essa mudança organizacional, a postagem oficial no blog da companhia explica que cada um desses negócios terá um CEO diferente, e a Alphabet será controlada pela dupla de fundadores Larry Page e Sergey Brin, sendo o primeiro o CEO da holding e o segundo o presidente.

Eles devem escolher quem vai comandar cada negócio, e a “divisão Google” já tem o seu novo chefe. Ele é Sundar Pichai que, antes de assumir o cargo de chefe executivo, estava à frente do departamento de engenharia e produtos, incluindo o Android. Page teceu vários elogios a Pichai em sua carta de anúncio da criação da Alphabet, e disse que ele será completamente capaz de levar a nova empresa adiante.

Ainda há poucas informações sobre quando essas mudanças vão de fato se concretizar, mas Page comentou que, quando o relatório do último trimestre fiscal deste ano for publicado, os valores e resultados já estarão separados. Além disso, as ações da atual “Google” serão todas convertidas em ações da “Alphabet” na NASDAQ.

O site da nova companhia já está no ar, e é um tanto estranho. Ao que parece, o nome Alphabet.com não estava mais disponível e/ou era muito caro. De qualquer forma, infelizmente ainda não há muita coisa na página para sanar a curiosidade de ninguém.

Via TecMundo

Google vai mudar critérios de classificação de páginas nas buscas

Empresa vai privilegiar nos resultados das buscas feitas por smartphones e tablets sites que sejam adaptados para plataformas móveis

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O Google anunciou ontem a campanha #MobileMadness, que tem como objetivo ajudar empreendedores a tornar seus sites adaptados para as plataformas móveis, como celulares e smartphones.

Por trás da campanha está uma mudança significativa na forma de classificar os resultados em uma busca no site. A partir do dia 21 de abril, o Google vai ampliar a compatibilidade com dispositivos móveis como parâmetro de classificação nos resultados de busca realizadas em celulares ou tablets.
Essa alteração vai afetar mundialmente as pesquisas feitas por meio desses dispositivos móveis, em todos os idiomas, e terá um impacto significativo nos resultados de busca, já que os sites que possuem versão móvel terão melhor colocação no ranking.

Para ajudar empresários donos de páginas na internet a adaptar os seus sites, o Google vai realizar cinco hangouts, ferramenta para conferências online, entre este mês e abril para compartilhar noções básicas e melhores práticas para a criação de websites mobile.

O Google informou que os Hangouts serão apresentados por Diogo Botelho, responsável da equipe de Search Quality do Google, de acordo com a agenda abaixo:

23/03 – Apresentação para PMEs
30/03 – Conheça as Ferramentas
01/04 – Melhore a Visualização
06/04 – Concentre-se no Usuário
08/04 – Configure corretamente

O conteúdo também será publicado na página do Google para Seu Negócio e na conta de Twitter do Google Brasil, como dicas adicionais para tornar um site adaptado às plataformas móveis.

A sessão de Perguntas & Respostas acontecerá no dia 15 de abril e será destinada a esclarecer dúvidas sobre essa alteração nos resultados de buscas feitas a partir de dispositivos móveis.

Para ajudar os empreendedores digitais a fazer a migração para o mobile, o Google lançou no ano passado um Teste de Compatibilidade com Dispositivos Móveis, que permite verificar se um website é considerado pelos algoritmos como sendo compatível com dispositivos móveis, e se receberá o rótulo “para mobile”.

Via Blog Estadão

Google Flights é lançado em português!

O Google lançou em português o Google Flights (Google Voos para o Brasil) que busca passagens aéreas mais baratas. O recurso funciona por meio do buscador web e na versão de navegação em celulares, com interface totalmente traduzida no país. Nele é possível pesquisar por preços de passagens em diferentes companhias e conhecer os roteiros mais populares. Antes disponível apenas em inglês, nos Estados Unidos, o recurso promete se popularizar em todo o mundo.

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Passagens mais baratas

Na aba de Voos do buscador é possível selecionar um destino de partida e chegada, incluindo a maior parte dos aeroportos internacionais e nacionais. Depois, basta definir as datas, a quantidade de passageiros e o tipo de passagem, podendo escolher entre a econômica, premium, executiva e primeira classe, dependendo da disponibilidade da companhia aérea.

Como recurso extra, o internauta também pode dar uma olhada nos destinos mais populares, caso ainda esteja em dúvida sobre o país, ou cidade, para a qual deseja viajar.

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A ferramenta de Voos armazena ainda um histórico com as pesquisas anteriores, podendo acessar as informações antes adicionadas sem precisar digitar todos os dados novamente, como faz o autocompletar.

No lado direito da tela está a opção para visualizar um mapa do local e até indicações de hotéis no Google Maps. O internauta pode ainda usar o calendário embutido no Google Voos para pesquisar por datas mais distantes, ver o fluxo de datas com mais viagens e aplicar filtros na busca como personalizações de faixa de preço máxima, companhia aérea, horários, quantidade de paradas e mais.

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Depois que a pesquisa é iniciada, o Google Voos exibe uma listagem das passagens aéreas, com diversas informações como datas, horários, paradas, além do preço de cada uma. Algumas informações importantes estão destacadas em vermelho, como a indicação de ser um voo noturno ou se os voos dessa empresa aérea costumam atrasar muito, normalmente (vale ficar sempre atento).

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Ao final, após escolher os voos de ida e volta, o internauta visualiza no final da página informações de cada companhia, com nome e telefone, ou até link para redirecionamento, para o usuário fazer uma reserva. Também é possível fazer a reserva por meio do site ViajaNet.

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O Google Voos já pode ser acessado pelos usuários brasileiros, por meio do navegador web ou móvel, com idioma em português e disponível para itinerários nacionais.

O interessante é que o recurso já faz a conversão para a moeda nacional, ou seja, para o real. Assim, o acesso fica mais simples na hora de fazer as compras. Para confirmar o valor, basta acessar o site oficial da companhia aérea.

Via TechTudo