Conheça as 10 formas mais baratas de divulgar a sua empresa

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Muitos donos de pequenos negócios pensam que a publicidade é como ir ao dentista: algo que você só precisa fazer a cada seis meses. Mas, quando a publicidade é contínua e focada, os negócios ficam mais fáceis. Se os possíveis clientes tiverem uma visão positiva dos seus produtos e da sua reputação antes de você ligar para eles ou antes de eles começarem a comprar, você tem muito mais chances de fechar uma venda.

Outra novidade a respeito da publicidade permanente é que ela não está presa a uma etiqueta de preço. Trata-se apenas de mandar a mensagem certa para a pessoa certa na hora certa. Aqui estão dez ideias para fazer isso… sem gastar muito:

1. Faça os clientes se sentirem especiais.
Os clientes gostam de ser reconhecidos, especialmente nos dias de hoje, em que tudo é rápido e “pelo menor preço”. “Mesmo com empresas na internet, é possível prestar um bom atendimento ao cliente”, diz Denise McMillan, dona de uma loja on-line. McMillan inclui um pequeno sachê com cheiro de rosas em todas as sacolas de jóias ou lingerie que ela vende e também envia uma carta de agradecimento escrita à mão. “O sachê e a carta custam alguns centavos, mas acrescento algo especial à compra”, ela afirma.

2. Crie cartões que os clientes queiram guardar.
A maioria dos cartões de visita é descartada algumas horas depois de uma reunião. Em vez de ter seu cartão jogado fora, crie um que as pessoas realmente usem, como um bloquinho de anotações com suas informações de contato em todas as páginas. O bloco de anotações é consultado quase todo dia, guardado por 30 dias, mais ou menos, e deixa uma lembrança forte.

3. Pare de atender clientes que não dão lucro.
Se essa ideia lhe dá arrepios, pense melhor. Você caiu na mentira de aumentar as vendas em vez de alavancar os lucros. Se você parar de atender clientes que não dão lucro, você tem mais tempo e recursos para clientes que realmente podem ajudar sua empresa a crescer. “Provavelmente, 20% dos seus clientes estão contribuindo para de 150% a 200% do lucro anual total; 70% não dão lucro e 10% custam de 50% a 100% do seu lucro”, afirma o consultor Michael King. Analise bem os dados de lucratividade dos seus clientes e, depois, direcione serviços especiais e propagandas para aqueles que importam.

4. Crie uma lista de contatos por e-mail e mande cartas pelo correio.
A maioria das empresas aproveita o poder dos e-mails e você também deve enviá-los. É muito econômico. Porém, já que o e-mail de marketing está em todos os lugares, você pode se destacar se enviar, de vez em quando, cartas pessoais pelo correio para clientes antigos e possíveis clientes. Apenas tenha certeza de que essas cartas trazem algo que os clientes querem ler, como uma análise de eventos recentes na sua área, ofertas especiais ou um agrado personalizado (um desconto na próxima compra, por exemplo). Essa correspondência tem que ter valor para quem lê, para refletir o valor dos seus produtos. Lembre: a melhor maneira de vender é divulgar.

5. Participe de feiras e conferências.
Você pode criar rapidamente folders interessantes com informações de contato, encartes com novidades sobre produtos ou um pequeno site sobre um evento.

6. Combine os negócios com prazer… e solidariedade.
Realize um evento, festa ou conferência por uma causa que você apoie. Isso traz a possibilidade de conhecer várias pessoas e exibe suas habilidades de liderança.

7. Crie um destino. Uma livraria com uma cafeteria dentro.
Uma loja de móveis com profissionais para cuidar dos filhos dos clientes. Por quê? Para que os clientes passem algum tempo lá. Uma manhã de domingo na livraria torna-se uma agradável rotina de fim de semana, em vez de somente uma compra. Roube essa ideia. E essa dica também vale para a internet. Usando a publicidade do tipo “pague por clique” (você só paga pela propaganda se algum usuário clicar no link para o seu site), você pode atrair público para eventos ou ofertas, observa o consultor Jay Lipe.

8. Torne-se um especialista on-line. Essa é uma estratégia de “amostra grátis” para conquistar negócios.
Pesquise listas de discussão por e-mail e bate-papos on-line relevantes para sua empresa e seus clientes. Participe de vários deles publicando comentários para resolver problemas ou respondendo a perguntas. Pode ser necessário fazer isso durante um tempo. Mas a recompensa aparece na forma de clientes e indicações.

9. Flerte com a mídia local. Reportagens geram mais credibilidade do que a publicidade paga.
Para receber a cobertura da mídia local, seja do jornal, da TV, de estações de rádio ou jornais de comércio, você precisa de uma notícia nova e na hora certa. Geralmente, vale a pena contratar um profissional de relações públicas ou assessoria de imprensa. Ele conseguirá espaço para as notícias, irá atrás dos representantes de veículos de comunicação e enviará comunicados para a imprensa falando sobre sua empresa. Normalmente, isso pode ser feito por um curto prazo ou de vez em quando.

10. Por fim, não deixe os clientes escaparem. Faça um esforço para trazê-los de volta.
Custa muito menos trazer de volta um cliente insatisfeito ou que não aparece há muito tempo do que atrair um novo. Se você não vê um cliente há algum tempo, mande um e-mail personalizado (esse processo pode ser automatizado) perguntando se está tudo bem. Para um cliente que passou por uma situação ruim, use o telefone, reconheça a situação e pergunte se há algo que você possa fazer. Um desconto também é bom. Ser gentil com os clientes é a propaganda mais inteligente e barata que você pode fazer.

Via Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios

6 ensinamentos de Sheldon Cooper para ser um bom empreendedor

O físico mais chato do seriado “The Big Bang Theory “ tem grandes lições de sucesso

Ele pode ser o físico mais chato que os telespectadores do mundo inteiro amam odiar, mas Sheldon Cooper, um dos nerds protagonistas do seriado “The Big Bang Theory”, é também um exemplo de empreendedorismo. Com um QI de 187 e algumas inabilidades sociais, o personagem, interpretado pelo ator Jim Parsons, tem algumas lições que podem ser usadas por muitos empreendedores.

Confira algumas delas:

1. Crie uma rotina
Sheldon é um pouco controlador com suas atividades diárias – tanto dentro quanto fora do trabalho. No seu cronograma, tudo é organizado minuciosamente: o tipo de comida que come em cada dia da semana; as atividades que realiza com amigos; até o tempo que usa para fazer suas necessidades fisiológicas. Não precisa chegar a esse extremo, mas um pouco de organização com o tempo que você usa com cada atividade da sua rotina como empreendedor pode te tornar mais produtivo. Se você unir a força de vontade de Sheldon para ser metódico e determinado com a flexibilidade de se moldar a acontecimentos inesperados, conseguirá obter mais resultados.

2. Seja confiante
Em nenhum episódio do seriado você encontrará Sheldon incerto sobre sua opinião ou sobre o que acredita. Claro que, para o personagem, isso o leva a o extremo da intransigência, o que não significa que a confiança bem dosada não seja benéfica. Ela pode te ajudar a inspirar sua equipe e mostrar determinação, e também pode te ajudar na hora de conversar com possíveis investidores e competições de pitches – só não se inspire no medo que Sheldon tem de falar em público.

3. Tome cuidado com contratos
No seriado, a dupla Leonard e Sheldon vive no mesmo apartamento. Eles são conduzidos pelas regras impressas no Roomate Agreement, um extenso documento sobre os deveres e direitos dos dois. Na maioria das vezes, quem se dá mal é Leonard, que não leu com cuidado tudo que estava assinando. Por isso, seja um pouco como Sheldon e não deixe de analisar cada cláusula e implicação dos acordos que faz – com investidores, funcionários, fornecedores. E não tenha medo de reivindicar seus direitos caso eles sejam lesados.

4. Fale o que você pensa
Outra coisa que Sheldon não tem problema nenhum em fazer. Não deixe que a posição em que você se encontra – um empreendedor em busca de investimento, por exemplo – te impeça de se expressar e dizer o que pensa. Questione, tire dúvidas, conteste, não tenha medo de parecer ignorante. E reconheça seu erro se por acaso alguém mostrar que você está enganado. Até mesmo Sheldon pediu perdão em situações que cometeu erros extremos.

5. Nunca perca sua identidade
Não importa o quanto Sheldon seja criticado e desprezado por muitos dos outros personagens, ou quão irritante ele pode ser em alguns momentos, ele nunca se distancia – muito – de quem ele é. E é basicamente isso que faz o personagem e a série sucessos tão grandes. O mesmo vale para sua empresa e você: não venda seus objetivos e valores para conseguir crescer. Sua identidade tornará sua marca única e a diferenciará do resto do mercado.

6. Bazinga!
Mesmo com uma rotina estressante como a de empreender, nunca se esqueça de se divertir no processo. Abrir uma empresa não precisa ser apenas papo sério o tempo todo. Até Sheldon, um dos personagens mais quadrados e tensos da história da TV, consegue se descontrair um pouco, fazer piadas e olhar para o lado positivo de situações ruins. O processo de abrir um negócio pode ser mais fácil com um pouco mais de leveza.

Fonte: PEGN

Conheça 7 dicas para criar o nome de uma empresa ou produto

O nome de uma empresa, em um mercado cada vez mais competitivo pode definir o sucesso ou o fracasso da empreitada.

 

Um dos desafios de abrir o próprio negócio ou lançar um produto no mercado é batizá-lo. O nome de uma empresa, em um mercado cada vez mais competitivo pode definir o sucesso ou o fracasso da empreitada.

“No mercado profissional de branding, o processo de criação e avaliação de nomes para marcas é chamado de naming. Não é apenas um processo criativo, mas também uma abordagem estratégica para encontrar as melhores opções de nomes para a marca de uma empresa ou produto de acordo com seu mercado e público”, explica Guilherme Sebastiany, especialista da Sebastiany Branding.

Existem duas alternativas para quem está iniciando um negócio: contratar um profissional ou fazer o processo de naming internamente. Para quem optar pela segunda opção, o Sebastiany aponta os sete passos para criar um nome.

1 – Entenda as necessidades de comunicação da marca. Quem é a empresa, produtos ou serviço, quais os seus diferenciais, valores e personalidade? Questione o que é preciso comunicar através do nome.

2 – Levante o perfil do publico-alvo da marca. Diferentes grupos têm diferentes percepções sobre o que é um nome popular ou sofisticado, moderno ou tradicional, amigável ou distante.

3 – Identifique a estratégia de visibilidade da marca, onde será mais utilizada e comunicada. Ex: se for aplicada em uma embalagem pequena, como isso afetará o espaço para o nome?

4 – Analise os territórios onde a marca irá atuar. Apenas no Brasil? No exterior? Pense em quais barreiras de linguagem ela deverá superar quanto ao entendimento, percepção e pronúncia.

5 – Analise os aspectos jurídicos de probabilidade de registro e proteção no segmento específico em que a marca vai atuar. Em diferentes setores, o tipo de nome que pode ser mais facilmente registrado muda. Identificar isso desde o início ajuda a criar não apenas um nome mais forte e original, mas também um que possa ser mais exclusivo para empresa.

6 – Entenda as demandas da marca quanto ao seu uso na web. O que é mais importante: ter o domínio .com.br? Ser um nome facilmente localizado em uma busca do Google? Ser fácil de rastrear no monitoramento de redes sociais? Como nem sempre é possível ter tudo, entender quais são as prioridades pode ajudar a criar um nome mais assertivo.

7 – Com base em todas as informações colhidas, definir qual será a estratégia do nome, o que na Sebastiany é chamado de estratégia verbal, ou seja, qual será o caminho ideal para a criação do maior número possível de nomes que atendam melhor as demandas do projeto. Que classe de nome buscar? Quais os processos ideais para criação deste nome (busca, hibridação de palavras, estrangeirismo, derivação prefixal ou sufixal, aliteração, consonância etc)?. “Neste processo deve ser criado um bom número de alternativas, afinal nem todos estarão livres para uso. Mas o trabalho não termina com a criação das opções de nomes. A criação é apenas a metade do caminho”, alerta Sebastiany.

Fonte: Administradores

Como escolher a cor certa para sua empresa?

O bom em se começar um negócio é estar com tudo pronto. Loja preparada para receber os clientes, estoque completo e funcionários devidamente capacitados. Mas antes de fazer a inauguração você já preparou a identidade visual da sua empresa?

Muitos empreendedores lembram-se de tudo na hora de montar um negócio, mas acabam esquecendo do mais importante, aquilo que ficará gravado na cabeça dos seus clientes, a identidade visual.

É preciso entender muito bem o espírito do negócio e do público-alvo para traduzi-lo em imagens que a representarão. Lembre-se: identidade visual não é apenas o logotipo da empresa, vai desde as cores, a tipologia e os tipos de linhas até texturas, sons e cheiros que seu produto ou loja possam ter.

Veja na lista abaixo, qual o efeito que cada cor exerce sobre as pessoas e qual delas se encaixa no seu negócio.

Azul

É a cor dita como preferida pela maioria das pessoas no mundo. Sua ligação natural a elementos como céu e mar conferem a ela serenidade e universalidade. Está ligada a temas como confiança, responsabilidade e segurança, além de tranquilidade.

Vermelho

Força, sensualidade, paixão, perigo, agressividade: sempre temas fortes. Estudos indicam, inclusive, que a visão da cor estimula reações cerebrais e corporais, como a aceleração dos batimentos cardíacos e da respiração.

Verde

Saúde, natureza e riqueza são temas frequentemente relacionados ao verde.

Amarelo

O amarelo é universalmente associado a um elemento forte: o sol. Por isso é vinculado a sensações como calor, alegria, otimismo e claridade. E também está ligado ao dinheiro.

Laranja 

Uma cor bastante viva e em certo aspecto até infantil – é a preferida de muitas crianças. Remete à exuberância, diversão e vitalidade.

Roxo

Dosa a força e a paixão do vermelho com a tranquilidade do azul. Vincula-se a temas como sofisticação, espiritualidade, dignidade e mistério.

Rosa

Sim, o rosa é naturalmente feminino. Mas seu impacto varia bastante conforme a tonalidade: tons mais fortes de rosa evocam diversão, juventude e energia. Já os mais claros têm um ar romântico e suave.

Marrom

Pode ser ligado à simplicidade, durabilidade e estabilidade, mas só se for muito bem usado. Seu uso é pouco recomendado na publicidade, já que é muito associado à sujeira e negatividade.

Preto 

Ao mesmo tempo em que é uma cor extremamente negativa, vinculada a temas como a morte, é também clássica e forte. Bem usada, carrega seriedade, poder, sofisticação, elegância e sedução.

Branco

Uma cor clean e básica. Remete à simplicidade, clareza e pureza.

Fonte:
Luciana Araújo

Empresas podem personalizar nome dos sites.

Com a crescente presença da internet no cotidiano das pessoas, questões como nomes de domínio não devem ser tratados como futilidades. A identidade das marcas também é construída na internet, e o mundo digital se torna cada vez mais importante.

Uma corporação sem fins lucrativos que analisa nomes e números na internet realizou um evento em Cingapura para anunciar um novo hospedeiro de endereços na web que permitirá que as empresas comprem URLs terminando com a sua marca. Com ele, por exemplo, a marca de roupas Gap poderia comprar o domínio “.gap” ao invés do tradicional “www.gap.com”. Read more