10 estratégias infalíveis de marketing

Durante encontro do varejo, consultores revelam técnicas para seduzir clientes

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O consultor BJ Bueno, fundador da The Cult Branding Company (que tem entre seus clientes a Coca-Cola), e Dave Ratner, presidente da cadeia de pet shops Dave’s Soda & Pet City, se juntaram no palco da NRF na tarde de ontem para dar dicas de marketing aos varejistas. Segundo eles, existem dez maneiras infalíveis de conquistar novos consumidores.

1. Adote ações de marketing não-convencionais Em novembro do ano passado, a loja de departamentos Macy’s elaborou uma tática pouco ortodoxa: em vez de expor artigos tradicionais na vitrine de sua loja em San Francisco, colocou ali gatos e cachorros que esperavam uma adoção. O público adorou e fez fila, tanto para adotar quando para comprar. Esse tipo de medida faz com que as pessoas se apaixonem pela sua marca.

2. Coloque sua loja no mapa Utilize os mecanismos de busca de maneira inteligente. Cada vez que um usuário procurar sua loja, a primeira coisa que deve aparecer na tela é um mapa indicando sua geolocalização. É possível fazer isso gastando bem pouco.

3. Lance um vídeo viral Ninguém sabe qual a fórmula do viral, mas existem algumas boas pistas. Ele precisa ter humor; as cenas devem passar espontaneidade; e o conteúdo precisa provocar identificação com o cliente. Alerta: faça piadas com você mesmo ou com a empresa, mas jamais com o cliente. Se ofender alguém, o tiro sai pela culatra.

4. Use e-mail marketing Muitas pessoas consideram o recurso ultrapassado, mas a ferramenta funciona, desde que usada adequadamente. A Nike, por exemplo, manda e-mails personalizados, com produtos que interessam àquele cliente em particular. Detalhe: as mensagens devem ter como foco o relacionamento, e não as vendas.

5. Faça liquidações participativas Em vez de apenas comercializar produtos com desconto, ofereça algo a mais – se for uma loja de alimentação, forneça receitas, ou ensine a combinar vinhos e pratos. Se for de moda ou beleza, dê dicas de tendências. Faça o cliente sentir que está participando daquele momento especial.

6. Tire proveito dos blogs Encontre blogs com poder de influência relacionados à sua área de atuação. Procure blogueiros que sejam formadores de opinião e estabeleça parcerias. Dessa maneira, poderá atingir seu público de forma orgânica e eficiente. Existem agências digitais que ajudam na tarefa de encontrar a melhor mídia.

7. Invista na sazonalidade Aproveite um feriado, uma mudança de estação, férias ou datas marcantes para promover suas mercadorias. Se não há nenhuma data em vista, seja criativo e invente uma. Funcionou para o Alibaba, que inventou o Dia do Solteiro.

8. Aposte nos display ads Os anúncios que seguem o usuário onde quer que vá são ferramentas eficiente de convencimento. Se ele precisa do que você está oferecendo, vai acabar comprando. O único perigo é seguir a pessoa errada, que simplesmente digitou uma palavra sem querer.

9. Forme sua tribo Nada mais cativante do que fazer com que seu cliente acredite que faz parte de um grupo especial, com uniforme, gostos e hábitos próprios. A Ikea estimula seus compradores a usarem amarelo, considerada a cor da marca.

10. Promova ações sustentáveis Use seu ponto de venda para criar iniciativas que tragam benefícios claros para a comunidade – e mostre para os seus clientes que está fazendo o bem.

 

Fonte: Revista PEGN

6 ensinamentos de Sheldon Cooper para ser um bom empreendedor

O físico mais chato do seriado “The Big Bang Theory “ tem grandes lições de sucesso

Ele pode ser o físico mais chato que os telespectadores do mundo inteiro amam odiar, mas Sheldon Cooper, um dos nerds protagonistas do seriado “The Big Bang Theory”, é também um exemplo de empreendedorismo. Com um QI de 187 e algumas inabilidades sociais, o personagem, interpretado pelo ator Jim Parsons, tem algumas lições que podem ser usadas por muitos empreendedores.

Confira algumas delas:

1. Crie uma rotina
Sheldon é um pouco controlador com suas atividades diárias – tanto dentro quanto fora do trabalho. No seu cronograma, tudo é organizado minuciosamente: o tipo de comida que come em cada dia da semana; as atividades que realiza com amigos; até o tempo que usa para fazer suas necessidades fisiológicas. Não precisa chegar a esse extremo, mas um pouco de organização com o tempo que você usa com cada atividade da sua rotina como empreendedor pode te tornar mais produtivo. Se você unir a força de vontade de Sheldon para ser metódico e determinado com a flexibilidade de se moldar a acontecimentos inesperados, conseguirá obter mais resultados.

2. Seja confiante
Em nenhum episódio do seriado você encontrará Sheldon incerto sobre sua opinião ou sobre o que acredita. Claro que, para o personagem, isso o leva a o extremo da intransigência, o que não significa que a confiança bem dosada não seja benéfica. Ela pode te ajudar a inspirar sua equipe e mostrar determinação, e também pode te ajudar na hora de conversar com possíveis investidores e competições de pitches – só não se inspire no medo que Sheldon tem de falar em público.

3. Tome cuidado com contratos
No seriado, a dupla Leonard e Sheldon vive no mesmo apartamento. Eles são conduzidos pelas regras impressas no Roomate Agreement, um extenso documento sobre os deveres e direitos dos dois. Na maioria das vezes, quem se dá mal é Leonard, que não leu com cuidado tudo que estava assinando. Por isso, seja um pouco como Sheldon e não deixe de analisar cada cláusula e implicação dos acordos que faz – com investidores, funcionários, fornecedores. E não tenha medo de reivindicar seus direitos caso eles sejam lesados.

4. Fale o que você pensa
Outra coisa que Sheldon não tem problema nenhum em fazer. Não deixe que a posição em que você se encontra – um empreendedor em busca de investimento, por exemplo – te impeça de se expressar e dizer o que pensa. Questione, tire dúvidas, conteste, não tenha medo de parecer ignorante. E reconheça seu erro se por acaso alguém mostrar que você está enganado. Até mesmo Sheldon pediu perdão em situações que cometeu erros extremos.

5. Nunca perca sua identidade
Não importa o quanto Sheldon seja criticado e desprezado por muitos dos outros personagens, ou quão irritante ele pode ser em alguns momentos, ele nunca se distancia – muito – de quem ele é. E é basicamente isso que faz o personagem e a série sucessos tão grandes. O mesmo vale para sua empresa e você: não venda seus objetivos e valores para conseguir crescer. Sua identidade tornará sua marca única e a diferenciará do resto do mercado.

6. Bazinga!
Mesmo com uma rotina estressante como a de empreender, nunca se esqueça de se divertir no processo. Abrir uma empresa não precisa ser apenas papo sério o tempo todo. Até Sheldon, um dos personagens mais quadrados e tensos da história da TV, consegue se descontrair um pouco, fazer piadas e olhar para o lado positivo de situações ruins. O processo de abrir um negócio pode ser mais fácil com um pouco mais de leveza.

Fonte: PEGN

As 5 lições de Jim Collins, tido por muitos como o sucessor de Peter Drucker

Ter o reconhecimento mundial da comunidade do Management e da Administração não é tarefa das mais fáceis. Imagina, então, ser considerado por muitos o sucessor do grande maestro da Administração contemporânea. Jim Collins foi o “cara” que alcançou esse status e hoje é um dos mais respeitados pensadores do mundo management da atualidade, tido por muitos como o herdeiro de Peter Drucker.

Suas ideias e ideais já pararam em 3,5 milhões de livros vendidos em 29 idiomas diferentes. Em palestra no HSM ExpoManagement de 2010, Jim Collins revelou algumas lições de bons modelos de Administração e cases de grandes empresas duradouras que conseguiram um desempenho superior ao longo do tempo. Veja as cinco grandes lições de Collins.

Lição 1 – Cuidado com o declínio

Jim Collins destaca que as grandes responsáveis pelo declínio de uma organização são as próprias empresas. “Algumas empresas caem ou sobem e isso não é questão das circunstâncias, é questão da escolha consciente e disciplina”, afirma.

Collins destaca que existem cinco estágios do declínio e que é preciso ficar atento a eles:

– Estágio 1: O excesso de confiança proveniente do sucesso
– Estágio 2: A busca indisciplinada por mais (escala, crescimento, “aplausos”…)
– Estágio 3: A negação dos riscos e perigos
– Estágio 4: A luta desesperada pela salvação
– Estágio 5: A entrega à irrelevância ou à morte

Lição 2 – Seja um “líder nível 5″

Um dos elementos que fazem com que uma empresa deixe de ser boa para ser excelente é a liderança. Para Collins, essa liderança deve ser baseada em tomadas de decisões corajosas, buscar fazer o melhor possível e, principalmente, ter humildade. “O ingrediente mágico entre os grandes CEOs não está em sua genialidade ou competência, mas em sua humildade e boa-vontade”, explica.

Jim Collins afirma que essas pessoas são consideradas os “líderes nível 5″ e possuem as qualidades dos níveis anteriores. Nível 1: reúne as capacidades individuais. Nível 2: as de equipe. Nível 3: as de administração. Nível 4: reúne habilidades de liderança: capacidade de comandar, dar direção, mobilizar e transformar um grupo.

Lição 3 – Não fique arrogante com o sucesso

A queda das empresas, muitas vezes, está na continuidade do modelo de gestão. Muitas empresas quando chegam ao sucesso mantêm o formato que lhes deu bons resultados e se acomodam, ou seja, não buscam inovar ou trazer algo diferente que agregue à empresa. “É preciso manter a empolgação, a auto-estima, criatividade e intensidade, mesmo quando tiver sucesso. Se as pessoas perdem isso, há possibilidade de declínio”, afirma Collins.

De acordo com Collins, foi assim que a Johnson & Johnson e a Page conseguiram se manter em mais de 100 anos de mercado.

Lição 4 – Não desmotive seus funcionários

Jim Collins explica que é comum ouvir que é preciso motivar os funcionários da empresa. Mas, através de pesquisas em diversas organizações pelo mundo, ele constatou que as características dos funcionários contratados recentemente já indicam um grau de motivação natural nesses profissionais.

Collins afirma, então, que a questão central não está na motivação desses funcionários, mas em não desmotivá-los. O guru diz que isso é possível quando a empresa está aberta a novas sugestões, encara outros projetos e dá as ferramentas necessárias para o andamento do trabalho.

Lição 5 – Escolha as pessoas certas

“A habilidade executiva número um é escolher as pessoas certas e colocá-las nas posições certas”, afirma Collins. Ele destaca que ter uma equipe comprometida com a empresa e ocupando os cargos ideais aumentam drasticamente as chances de o empreendimento dar certo.

Collins indica que existem algumas características para saber se a empresa contratou o profissional certo. Entre elas estão:

– pessoas certas se encaixam nos valores da corporação;

– pessoas certas não precisam ser gerenciadas de perto;

– pessoas certas compreendem que não tem emprego, mas sim responsabilidade;

– Elas fazem 100% do que realmente se propõe a fazer;

– Elas têm uma enorme paixão pela empresa e pelo trabalho que exercem.

Jim Collins

É um dos mais respeitado pensador do mundo de management da atualidade e considerado o sucessor de Peter Drucker. Jim Collins escreveu quatro livros – incluindo o clássico Built to Last, que registra 3,5 milhões de cópias vendidas em 29 idiomas e até hoje figura em listas de best-sellers.

Fonte: Administradores

5 lições de marketing de Don Draper, de “Mad Men”

O protagonista da série não é exatamente um exemplo de vida, mas sua carreira pode ser inspiradora para empreendedores.

Para quem assiste à série “Mad Men”, cuja sétima e última temporada começou recentemente, Donald Draper não é exatamente um exemplo. O protagonista da história é mulherengo, não tira o cigarro da boca e já começa o dia tomando uísque. Apesar disso, sua competência é inegável: nascido em uma família cheia de problemas, Draper trabalhou duro, arranjou emprego em uma agência de publicidade, criou campanhas geniais e se tornou dono do próprio negócio.

Na trajetória rumo ao sucesso profissional, mostrada durante todos os anos da série, Draper deu várias lições de marketing que podem ser inspiradoras para empreendedores. Vale ressaltar que uma parte da postura do publicitário – basicamente as “patadas” distribuídas aos seus subalternos – não foram incluídas aqui e que o texto inclui alguns spoilers. Confira:

– Pense fora da caixa: nada mais clichê no mundo do marketing do que esta expressão. Mas a criatividade de Draper mostra que, de fato, fugir do óbvio é essencial. “Mad Men” acontece na década de 1960, época em que hábitos como o cigarro eram mais aceitos pela sociedade. Mesmo assim, fazer propaganda de tabaco já era um desafio naquele tempo.

Em um dos episódios da série, o protagonista precisa desenvolver uma campanha para os cigarros Lucky Strike. Draper não podia mentir – os efeitos nocivos do tabaco já eram conhecidos – mas tinha de vender o produto. A alternativa foi pensar no diferencial da marca: ao contrário dos concorrentes, o tabaco dos Luckies eram tostados e este foi o destaque da propaganda.

Em outra ocasião, o desafio era vender os filmes da Kodak. Neste caso, os diferenciais em relação aos produtos de outras empresas não eram muito aparentes. Por isso, Draper resolveu aproveitar a nostalgia do público: na campanha, os filmes da Kodak despertam as boas memórias de um tempo que não volta mais.

- Mas não seja apressado: para Draper, as ideias não aparecem imediatamente. É preciso dar tempo ao cérebro, para que ele possa “maturar” o assunto de uma campanha e algo bom apareça. Em uma passagem de “Mad Men”, Draper fala sobre esse “descanso cerebral” a Peggy Olsen, sua secretária e depois publicitária. “Pense sobre o tema da campanha profundamente e aí se esqueça disso. Uma ideia vai aparecer na sua cara.”

- Aposte no desenvolvimento de sua equipe: em alguns momentos, Don Draper faz o perfil de um líder centralizador: é ele o responsável pela apresentação das campanhas aos clientes e a principal fonte de ideias das agências onde trabalhou. Mas com o crescimento de uma empresa, ou o empreendedor delega tarefas ou o plano de expansão será prejudicado.

No decorrer da série, Draper vê em Peggy um trunfo: apesar de inexperiente, ela tem potencial para ajudá-lo a carregar o fardo de ser o motor criativo da agência. Ele não podia prever que, em um certo ponto, Peggy o deixaria para trabalhar para a concorrência. Coisas da vida.

- Conheça os seus clientes: analisar o perfil do público-alvo de uma campanha é essencial para quem trabalha com marketing. No caso de Draper, esse público era composto pelas empresas interessadas na criação de propagandas. O publicitário conseguia sentir, de acordo com a satisfação dos clientes e com a reação deles ao que era dito, se o momento era apropriado para um discurso mais calmo ou era melhor partir para a agressividade. Ele chegou até a expulsar clientes em potencial da sala de reuniões – apenas para mostrar que era enérgico, mostrar que não estava para brincadeira e fechar um contrato.

- Não precisa ser jovem para ser legal: em um episódio da série, o chefe (e depois sócio) de Draper, Roger Sterling, fala sobre a preferência dos clientes a publicitários mais jovens. De acordo com Sterling, os jovens seriam mais antenados às tendências. Em resposta, sendo sarcástico aos jovens antenados, Draper solta uma pérola. “Então você quer que eu faça o quê? Quer que eu fique segurando uma Pepsi até atrair um atorzinho alternativo?”, diz. Fica a lição: talento não envelhece. Contrate os melhores, não importa a idade.

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

O valor de ser diferente – ADMIN Talks

Estava navegando no ADMIN Talks, programa feito pelo site Administradores, e achei um vídeo com dicas muito boas,
vale a pena assistir este curto vídeo:

 

” Fuja da mesmice! Caso queira se destacar no mercado, você não deve ser só mais um na multidão. O escritor, pesquisador, consultor e colunista do Administradores.com Fábio Zugman mostra por que se destacar da média pode gerar desconforto, mas pode ser essencial para sua carreira”