Lições de Liderança 5 filmes que inspiram líderes

Ao assistir a um filme, muitas vezes nos surpreendemos com uma lição que pode ser útil em algum momento de nossas vidas. Mensagens motivacionais ou histórias comoventes nos mostram como transformar o nosso dia-a-dia, quer seja no âmbito pessoal, como também no profissional. Basta ficar atento ao enredo para captá-las.

Se você está buscando inspiração, veja abaixo cinco sugestões de filmes que todo líder deveria assistir, pelos valores ressaltados em cada uma das histórias.

A lista completa foi indicada pelo apresentador do The CEO Guru, da BBC, Steve Tappin e pode ser acessada aqui.

A LISTA DE SCHINDLER (1993)
Sinopse:
Na Polônia, durante a Segunda Guerra Mundial, o empresário alemão Oskar Schindler se vê beneficiado pelo sistema nazista ao empregar mão-de-obra judaica. Entretanto, aos poucos, Schindler se solidariza com a causa de seus funcionários depois de testemunhar a perseguição sofrida por eles.
Com:
Liam Neeson, Ben Kingsley, Ralph Fiennes
O que inspira: encontrar o caminho certo com humildade e mantendo sua integridade individual diante do pensamento falho de um grupo.

UM SONHO DE LIBERDADE (1994)
Sinopse:
O banqueiro Andy Dufresne é sentenciado, injustamente, a duas penas consecutivas de prisão perpétua pelo assassinato de sua esposa e de seu amante. Na Penitenciária de Shawshank, Andy se torna amigo de Ellis “Red” Redding, um interno influente, também sentenciado à prisão perpétua, que controla o mercado negro do presídio. A amizade ajuda ameniza a dura vida na prisão, mas também trás muitos ensinamentos aos dois. Com o tempo, Dufresne se revela um interno incomum.
Com: Tim Robbins, Morgan Freeman, Bob Gunton
O que inspira: Amizade, proatividade e poder de superação

CORAÇÃO VALENTE (1995)
Sinopse: Na Escócia do século XII, período no qual a região lutava contra o domínio inglês, William Wallace é acolhido por um tio após vivenciar a morte de seu pai. Crescido, casa-se com uma camponesa que acaba morta por um nobre inglês. Em busca de vingança, Wallace assume o comando de um pequeno exército de camponeses com o intuito de lutar pela soberania da Escócia.
Com: Mel Gibson, Sophie Marceau, Patrick McGoohan
O que inspira: busca pela liberdade; desafio e causa

A VIDA É BELA (1997)
Sinopse: Guido é um judeu que, durante a II Guerra Mundial, é enviado com a família para um campo de concentração. Apesar de ter sua vida transformada pelo nazismo, Guido usa inteligência e bom humor para amenizar a trágica situação, fazendo com que seu filho acredite que ambos estão participando de um jogo e não perceba o horror no qual estão inseridos.
 Com: Roberto Benigni, Nicoletta Braschi, Giorgio Cantarini
O que inspira: amor, família, e criatividade

MONYBALL: O HOMEM QUE MUDOU O JOGO (2011)
Sinopse: Billy Beane é o técnico do time de beisebol de Oakland, os A’s. Como em muitos esportes, as equipes ficam de olho nos times universitários e amadores à procura de novos talentos. Com o orçamento apertado, Beane decide investir em um sistema matemático que analisa e escolhe os melhores jogadores – inclusive suas posições.
Com: Brad Pitt, Jonah Hill, Philip Seymour Hoffman
O que inspira: encontrar e trabalhar os pontos fortes dos integrantes de uma equipe

Fonte: Abilio Diniz

5 táticas para montar uma grande equipe

É impossível encontrar um empreendedor que nunca tenha tido problemas com o seu time. Faltas, atrasos, desculpas esfarrapadas e pequenas falhas são as dificuldades mais comuns. Mas há colaboradores que brigam com clientes, outros que são ineficientes ou até mesmo aqueles que roubam ou ameaçam a empresa. Talvez nada seja mais desanimador do que as dores de cabeça geradas pelas pessoas que você mesmo contratou. Mas há bons remédios para isso. E o melhor é que não são caros. Se estudar a história empreendedora, perceberá que vários donos de negócios foram exímios formadores e desenvolvedores de equipes. Separei algumas receitas que podem surtir efeito no seu negócio.

Tenha uma empresa com um grande propósito São vários os empreendedores que formaram grandes times a partir dessa receita simples. Quem vem liderando atualmente essa tendência é John Mackey, da Whole Foods, uma rede de supermercados americana que vende produtos naturais e fatura cerca de US$ 10 bilhões anuais. Ele defende que o que motiva os colaboradores é o propósito do negócio, e não a busca do lucro. “O propósito inspira as pessoas e libera a criatividade”, diz. “Quando os funcionários se entusiasmam com a missão da empresa, eles se comprometem mais e se tornam mais criativos em seu trabalho.”

Dê preferência a funcionários com bom desempenho e bons princípios Poucos empresários foram tão hábeis na hora de formar times quanto Jack Welch, lendário CEO da GE. Segundo ele, há quatro tipos de profissionais. Se o sujeito tem ótimo desempenho e bons princípios, promova-o. Se tem péssimo desempenho e princípios ruins, demita-o. Péssimo desempenho, mas princípios bons: treine-o. Mas, se tiver excelente desempenho e princípios ruins, livre-se dele imediatamente.

Contrate profissionais melhores do que você Não existe dica mais simples do que essa. O problema é colocar em prática – mesmo porque o empreendedor sempre acredita que ele pode fazer melhor que os outros. Mas a verdade é que o dono do negócio precisa contratar pessoas que sejam capazes de realizar determinadas atividades com mais competência do que ele. Caso contrário, nunca terá admiração pelos seus colaboradores.

Deixe as pessoas do lado de fora da sua empresa Um dos maiores desafios do empreendedor é fazer com que o lado profissional do colaborador prevaleça em seu trabalho. Walt Disney criou uma receita simples. Nos parques da Disney, as pessoas são contratadas como “atores” que precisam executar uma função. Há um ator que atua como pipoqueiro, outro como atendente e outro como faxineiro. Como qualquer ator sabe que não se deve levar os problemas para o palco, eles executam suas funções com perfeição, seguindo sempre o script.

Trabalhe para os seus colaboradores Para Eloi D’Avila, da Flytour, não existem empresas. Existem pessoas. Mesmo Disney sabia disso. “Você pode desenhar, criar e construir o lugar mais maravilhoso do mundo. Mas são os indivíduos que transformam o sonho em realidade”, dizia. “Para que os empregados das lojas atendam bem aos nossos clientes, precisamos ter certeza de que estamos atendendo bem aos nossos empregados”, diz Sam Walton, do Walmart. “Esse é o ingrediente mais importante do sucesso da companhia.”

Os melhores empreendedores sabem que criar uma grande equipe não é um meio para chegar a uma empresa de sucesso. É o único objetivo. Técnico não ganha jogo, só perde. Quem ganha o jogo de verdade é o seu time!

 

Fonte: http://revistapegn.globo.com

Como usar o próprio salário para financiar um negócio empreendedor?

Centenas e milhares de profissionais ao redor do mundo ancoram no sonho empreendedor. A maioria sem capital. Para esses empreendedores — pródigos em expertise, mas sem dinheiro — financiar o negócio com o próprio salário é um bom caminho para começa.

Empreendedores que buscam lançar suas startups frequentemente enfrentam uma miríade de decisões difíceis, sendo que a maior delas é a questão do financiamento inicial. Se você sempre se perguntou “como eu posso financiar isto?”, ou “eu posso financiar meu negócio por conta própria, enquanto mantenho meu trabalho atual?”, a resposta é sim — você pode, absolutamente.

O indiano Vasu Akula e dois sócios lançaram a Voziq no final de 2011 com um objetivos simples em mente: ajudar as companhias que adquiriram serviços de análises avançadas e soluções em inteligência de negócios a utilizar melhor as informações às quais têm acesso.

O que faz a startup baseada em Washington D.C rara é que Vasu e seus parceiros não utilizaram investidores externos para dar vida à Voziq. Eles criaram a empresa por conta própria, enquanto trabalhavam regularmente durante o dia.

Vasu e seus cofundadores originalmente brincaram com várias ideias diferentes (como oferecer tanto consultoria quanto produtos). Entretanto, Vasu ouviu meu conselho sobre oferecer apenas serviços enquanto sustenta o negócio apenas com o salário do mês. Foi uma ótima maneira de trazer valor imediato aos clientes, aprendendo sobre suas necessidades, tudo enquanto construíam um produto com uma visão de longo prazo. Sim, o produto ficou em banho-maria, mas uma relação inestimável com o cliente já havia sido estabelecida, a entrada de clientes-chave estava garantida e, é claro, o dinheiro continuou a entrar.

A ideia por trás da Voziq começou com Vasu e dois colegas profissionais da área de TI, todos com mais de quinze anos de experiência em companhias listadas entre as 100 maiores da Fortune 500. Vasu descobriu que a maior parte das companhias utilizava alguma forma de análise de dados, mas permaneciam estagnadas nesse ponto. Pelas suas estimativas, 95% das empresas que adquiriam soluções avançadas de análise e business intelligence não estavam utilizando todo o potencial da ferramenta e dos dados coletados. A tecnologia estava sentada na estante, sem gerar nenhum valor.

Existia uma oportunidade intocada ali, e a Voziq é uma plataforma que Vasu e seus associados construíram do zero. Ela foca nas análises de mídias sociais e ajuda a revelar a mensagem por trás de um volume massivo de dados. Utilizando categorias, benchmarks e relatórios customizados, a Voziq transformou a voz do cliente, a voz dos competidores e a voz dos influenciadores da indústria em informações inteligíveis baseadas em um panorama real, para vários departamentos dentro da organização do seu cliente.

Como uma startup auto-financiada, as finanças da Voziq sempre foram apertadas, e por isso os seus fundadores decidiram manter os empregos diurnos até que atingissem razoável validação junto a clientes reais. Vasu afirma que a Voziq estava apta a atingir esse objetivo utilizando o Desk e outros contratantes de fora da América do Norte, onde eles poderiam obter um trabalho de qualidade por um custo relativamente baixo.

A situação da Voziq ilustra o cenário de uma startup com dois ou mais cofundadores. Vasu observa que nem todos os que financiam a startup precisam deixar os seus empregos; um ou dois podem continuar trabalhando enquanto os demais desenvolvem o plano de negócios e realizam prospecções. Dessa maneira, ele diz, você pode financiar sua companhia através do seu próprio salário enquanto os demais executam as ideias centrais da startup.

Ele também enfatiza a importância de estar pronto para se sacrificar logo após a primeira validação da ideia de negócio. Desde que cada cofundador da Voziq decidiram manter seus empregos regulares, assumiram um bom pedaço de trabalho no desenvolvimento de produtos e negócios, que executavam durante as noites e fins de semana. Uma vez que eles começaram a sentir alguma tração, passaram a atuar como consultores independentes em áreas relacionadas para continuar recebendo salários enquanto concentravam esforços na Voziq.

Atualmente, as prioridades da empresa são outras. Os três cofundadores contribuíram pesadamente em serviços de consultoria e alavancaram consultorias externas para continuar o desenvolvimento do produto. Vasu afirma de forma encorajadora que ele e seus associados planejam passar a se dedicar completamente à Voziq, trazendo mais clientes e receita.

Sair do chão e se tornar uma empresa rentável é o principal objetivo de qualquer negócio, e estes são marcos especialmente significativos para uma startup auto-financiada. Com esses objetivos dentro do alcance, Vasu diz que a Voziq planeja continuar seguindo a metodologia 1M/1M, focando mais nos clientes do que em investidores como uma forma de financiar e validar o trabalho. Atualmente, eles têm 250 empresas utilizando seus serviços, mudaram com sucesso para um cenário de fluxo de caixa positivo e estão prontos para levar a Voziq para o próximo nível de sucesso e lucratividade.

O que eu acho gratificante sobre a história da Voziq é que ela pode ser um template para vários outros empreendedores dos quais ouvimos falar constantemente. Centenas e milhares de profissionais ao redor do mundo ancoram no sonho empreendedor. A maioria sem capital. Para esses empreendedores — pródigos em expertise, mas sem dinheiro — financiar o negócio com o próprio salário é um bom caminho para começar.

Fonte: Administradores

5 mitos que podem matar uma Startup

Uma empresa startup em seu início é totalmente dependente do suor e da disposição de seus parceiros e colaboradores. Se você pensa que basta ter uma boa equipe, está totalmente enganado. É preciso mais. Bem mais.

Funcionários de uma startup tem que ser empreendedores. Se eles acharem que são apenas mais um funcionário, a coisa não vai dar certo. Se o cara não achar que a empresa também é dele, que se na véspera de entregar um trabalho, e ele não estiver pronto, o prazo pode ser prorrogado, que ele é apenas mais um e, não se sentir um pouco dono do negócio, a coisa não vira.

Trabalhar em uma startup é ter a oportunidade de ter uma participação na criação de alguma coisa. Uma coisa que vai ser um pouquinho sua porque você vai ajudar a construir. E, se der certo, obviamente, você terá uma pequena participação na coisa toda.

Por isso, empreendedores em uma startup precisam de funcionários empreendedores. Caso contrário a coisa não vira. Pessoas, garra, força de vontade e, muita disposição pra dar errado, dar a volta por cima e criar tudo do zero novamente. Essas são apenas algumas coisas que podem fazer uma empresa dar certo.

Mas… existem algumas verdades absolutas que são absolutamente mitos em uma startup. E essas verdades, se seguidas, podem simplesmente atrapalhar tudo. Se você está em uma startup, preste atenção e veja se você não está se auto sabotando.

Mito 1: É preciso contratar pessoas inteligentes e deixá-los fazer o seu trabalho.

Verdade: É preciso contratar ESTRELAS, sem estrelismos e deixá-los fazer a sua magia.

A inteligência é importante, mas apenas na medida em que contribui com o desempenho e execução. Você precisa de pessoas dispostas e capazes de trabalhar como parte de uma equipe, e às vezes contribuições individuais superiores podem afetar negativamente o desempenho da equipe.Você deve eliminar todos os idiotas brilhantes de sua equipe. O fato de que a inteligência sozinha não é suficiente é uma grande verdade quando o assunto é liderança.

Mito 2: O negócio é sobre uma grande ideia.

Verdade: O negócio é sobre o seu cliente.

Muitos aspirantes a empresários estão esperando para inovar com uma ideia matadora que lhe dê fama e reconhecimento. A realidade é que as ideias valem tanto quanto uma moeda de dez centavos. É muito mais fácil preencher uma lacuna com o seu produto, do que convencer as pessoas de que eles precisam do que você tem. Em outras palavras, negócios é sobre clientes. Comece testando o seu produto para obter feedback de usuários reais.

Mito 3: O conflito é mau.

Verdade: O conflito afetivo é mau; O conflito cognitivo é bom.

Alguns conflitos são bons e alguns conflitos são ruins. Cognitivo, ou conflito bom, ajuda as empresas a eliminar o pensamento de grupo e abrir possibilidades estratégicas. Isso porque o conflito cognitivo é caracterizado por debates saudáveis sobre “o que” fazer e “porquê” de fazê-lo, e assim, gera múltiplas escolhas estratégicas que permite avaliar as opções. Também nos ajuda a pensar de forma mais clara e ampla sobre a nossa concorrência. E do ponto de vista biológico, estimula o sistema nervoso parassimpático, criando um estado emocional positivo que, por sua vez sobrecarrega o nosso cérebro. Na verdade, o conflito cognitivo foi mostrado para aumentar o desempenho.

Conflito ruim é às vezes chamado “conflito afetivo”, e é geralmente baseada em funções, uma vez que consiste em discussões acaloradas sobre o “como” fazer alguma coisa ou “quem” deve estar no controle de fazê-lo. Ao contrário do conflito bom, acaba por destruir o moral e o desempenho da empresa diminui.

Mito 4: Negócios é sobre trabalho duro; Não esperamos ter uma vida.

Verdade: Negócios é sobre resultados. Você precisa de uma vida.

Algumas empresas têm uma cultura infeliz de trabalho duro. Quando as coisas ficam difíceis, as pessoas trabalham mais duro. Quando as coisas são boas, as pessoas trabalham mais ainda para tentar manter os “bons tempos “.

O mais importante é a eficácia do empregado. Certamente você quer que as pessoas que sejam inteligentes o suficiente para começar o trabalho feito e que trabalhe duro o suficiente para cumprir a missão. Esta capacidade de iniciar uma empresa e ter uma vida não é só para as empresas do estilo de vida, tem que ser para todas as startups.

Mito 5: É tudo uma batalha difícil, até que um dia, tudo da certo.

Verdade: É tudo uma montanha-russa.

Muitos aspirantes a empresários foram levados a crer que a trajetória de uma startup envolve o trabalho realmente duro, até construir um produto perfeito e, depois disso, tudo será mil maravilhas. A realidade é: começar uma satrtup é um passeio de montanha-russa, com altos e baixos e que raramente vamos somente para cima.

Fonte: Canal do Empreendedor

10 filmes a que todo empreendedor deve assistir

Divirta-se e veja lições de empreendedorismo em filmes consagrados.

Brad Pitt interpretou o treinador de beisebol Billy Beane, no filme O homem que mudou o jogo

 

Muitas vezes saímos do cinema encantados depois de assistir a um filme. Uma boa história serve de modelo e inspiração para qualquer espectador. Por isso separamos dez filmes a que todos os empreendedores deveriam assistir. Com mensagens diretas e indiretas, atitudes lícitas (e às vezes nem tanto), eles mostram a atuação no mundo dos negócios. Prepare sua pipoca e inspire-se com a lista abaixo, composta por filmes mais recentes e outros tirados do fundo do baú.

1. O homem que mudou o jogo (2011)
Longe de ser um filme sobre esporte, O homem que mudou o jogo mostra como o treinador Billy Beane (Brad Pitt) fez o Oakland Athletics se destacar na liga nacional de beisebol. A grande sacada de Beane para fazer isso foi analisar estatísticas da equipe, que tinha a menor folha salarial entre as competidoras.

2. A rede social (2010)
A rede social conta a história de Mark Zuckerberg (Jesse Eisenberg), o fundador do Facebook, mostrando a criação da rede dentro da universidade Harvard, em 2003. Mostra sua controversa relação com outros fundadores, como o brasileiro Eduardo Saverin (Andrew Garfield), e com empreendedores, como Sean Parker (Justin Timberlake), o primeiro presidente do Facebook.

3. Quem quer ser um milionário (2008)
Um dos maiores sucessos recentes do cinema indiano, Quem quer ser um milionário mostra o jovem Jamal Malik (Dev Patel) num famoso programa de perguntas e respostas na TV. Jamal busca em sua própria história, marcada por uma infância miserável e violenta, as respostas para as questões perguntadas pelo apresentador. É um exemplo de busca de força interior, algo essencial para empreendedores.

4. À procura da felicidade (2006)
Em À procura da felicidade, Will Smith interpreta Chris Gardner, um pai de família com problemas financeiros. Tantos que sua mulher sai de casa, deixando o filho Christopher (Jaden Smith), de 5 anos. Chris consegue um estágio não-remunerado numa corretora de valores, mas não consegue dar conta das despesas da casa. Com isso, ele e o menino acabam dormindo em abrigos e estações de trem. É um grande exemplo de que se você tem um sonho, não deve desistir de alcançá-lo.

5. Piratas da informática (1999)
Um clássico entre os apaixonados por tecnologia, Piratas da informática também é conhecido como Piratas do Vale do Silício. O filme mostra o começo de duas das principais empresas de tecnologia do mundo, a Apple e a Microsoft. Retrata as brigas de bastidores entre Steve Jobs (Noah Wyle) e Bill Gates (Anthony Michael Hall), a concorrência entre as companhias e sua importância no setor.

6. Jerry Maguire – A grande virada (1996)
Depois de uma crise de consciência, o bem-sucedido agente esportivo Jerry Maguire escreve um documento defendendo que os agentes deveriam cuidar da carreira dos atletas de forma mais humana, ainda que isso significasse ganhar menos. Depois disso, acaba sendo demitido da consultoria onde trabalhava e perde seus clientes, à exceção do jogador de futebol americano Rod Tidwell (Cuba Gooding Jr). Jerry Maguire – A grande virada é um filme que mostra como é possível vencer depois de um fracasso.

7. Tucker – Um homem e um sonho (1988)
Baseado numa história real, o filme mostra a trajetória de Preston Tucker (Jeff Bridges), um empreendedor que tinha o sonho de criar um carro à frente de seu tempo. Depois da Segunda Guerra Mundial, ele construiu o Trucker Torpedo, um carro mais seguro e veloz que os concorrentes da época. O projeto, no entanto, não deslanchou, pois sofreu com o lobby da indústria automobilística americana.

8. O segredo do meu sucesso (1987)
O jovem Brantley Foster (Michael J. Fox) deixa uma cidadezinha no Kansas para tentar o sucesso em Nova York. Ao chegar lá, as coisas não saem como planejadas e ele se vê obrigado a pedir um emprego ao tio, Howard Prescott (Richard Jordan), que controla uma empresa milionária. Como o trabalho é modesto, Brantley, decide levar uma vida dupla, criando um personagem chamado Carlton Whitfield, um executivo de ideias brilhantes, mas que ninguém sabe de onde veio.

9. Wall Street – Poder e cobiça (1987)
Wall Street – Poder e cobiça mostra que se você quer ser bem-sucedido, precisa enfrentar riscos. Bud Fox (Charlie Sheen) é um corretor ambicioso que trabalha no mercado financeiro. Certo dia, dá ao bilionário Gordon Gekko (Michael Douglas) algumas informações sigilosas e acaba se tornando seu discípulo, abrindo mão de ética, valores e escrúpulos para ter sucesso.

10. O Poderoso Chefão (1972)
A clássica trilogia dispensa muitas recomendações e mostra a trajetória da família Corleone e seus negócios ilícitos. Mostra as vantagens e as desvantagens de empreender “em família”.

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios