Google Adwords – Melhores resultados, com menor verba!

Mais acessos ou mais vendas?

Existe muito conteúdo na internet sobre como fazer e gerenciar o Google Adwords, mas o que realmente você precisa saber para começar a sua campanha com sucesso? Existem muitos fatores desconhecidos pela maioria das pessoas, que impactam diretamente nos resultados finais da campanha.

Vamos abordar estes pontos:

1 – Definição da meta

“ Se você não sabe onde quer chegar, qualquer caminho leva para lugar nenhum”

Para você definir uma meta, você precisa saber onde quer chegar, ou seja, qual o resultado a ser obtido. Muitas empresas ou pessoas focam em ter mais acesso, outras preferem ter mais vendas e/ou geração de prospects. Somente após esta definição da meta podemos escolher qual caminho tomar! Qual será a sua meta?

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2 – Escolhendo o caminho

Mais acessos:

Caso a sua meta é ter mais acessos, independente do resultado em vendas ou receita, seus esforços devem ser focados na abrangência x custo. Escolha palavras com maior alcance e com um baixo valor. Assim você conseguirá o maior alcance com uma baixa verba e, com isto, mais acessos; porém nesta modalidade o público pode não ter tanto interesse no seu produto ou serviço, já que a ideia é gerar tráfego.

Mais vendas (geração de prospects):

Caso a sua meta é mais obter mais vendas e gerar novos prospects, o caminho se torna bem diferente. Para a geração de vendas e prospects a ideia é otimizar ao máximo a sua verba, principalmente se ela não for tão “gorda”.

Não force a barra

Tente encontrar o público com real interesse no seu produto ou serviço; uma dica é utilizar palavras compostas para deixar mais barato o custo das palavras, por exemplo: “mamadeiras são paulo”, ou “mamadeiras baratas”. Esta técnica é usada para evitar desperdício de verba com público não engajado. Evite o uso de palavras com muita abrangência, como “mamadeiras”; quando se usa uma palavra como esta, não se sabe se quem procurou quer realmente fazer uma compra, ou se está apenas pesquisando algo sobre o tema.

Não brigue com a concorrência

Lembre-se: a ideia para ter mais vendas e prospects não é ser o primeiro no Google, a ideia é ter boas posições e ficar o mais tempo possível com a campanha no ar, para gerar público de real interesse no seu produto ou serviço, com menos acessos, mas com mais qualidade.

Região e horários

Se seu negócio ou serviço tem uma abrangência geográfica, ou seja, região de atuação, como “cidade de São Paulo” ou “bairro Tatuapé”, você deve criar os filtros de localidade. Lembre-se de levar em conta o custo do frete, atendimento à distância, entre outros, para definir a sua abrangência geográfica. Se o seu negócio depende de um atendimento ou resposta rápida para os e-mails, segmente sua campanha para o horário comercial, pois somente assim você conseguirá atender seu cliente em um prazo desejável.

Negative palavras

Se o seu foco é vendas ou geração de prospects, negative palavras como: “como fazer”, “funciona”, “grátis”, “usado”, vaga”, “emprego”, entre outras. Estas palavras podem gerar um tráfego de visitantes ao site não qualificado para este objetivo.

3 – Conversão é tudo!

O Google Adwords é uma ferramenta incrível para a geração de tráfego para seu site, porém você deve ter uma estratégia muito bem definida para converter este tráfego em receita ($$$).

Aqui vão algumas dicas simples para você aplicar:

– Tenha um site que transmita confiança ao visitante, e que seja bem construído. Um site bem construído consegue deixar as palavras-chave com menor custo.

– Não abuse de animações, banners e distrações, o cliente está em busca de alguma informação especifica (palavra-chave), então torne a informação que ele procura o mais clara e relevante possível.

– Tenha diversos formulários de cadastro para coletar os dados do visitante; para isto ofereça algo em troca do cadastro do visite, como e-book, informações privilegiadas, entre outros.

– Tenha uma equipe de vendas para entrar em contato com todos os que assinaram os formulários de cadastro, pois informação não é nada sem ação.

 

Você gostou destas dicas? Conheça então nosso trabalho acessando o site da Sopa de Ideias: www.sopadeideias.com.br

Autor: Thiago M. dos Santos
Sócio-diretor da Sopa de Ideias

6 ensinamentos de Sheldon Cooper para ser um bom empreendedor

O físico mais chato do seriado “The Big Bang Theory “ tem grandes lições de sucesso

Ele pode ser o físico mais chato que os telespectadores do mundo inteiro amam odiar, mas Sheldon Cooper, um dos nerds protagonistas do seriado “The Big Bang Theory”, é também um exemplo de empreendedorismo. Com um QI de 187 e algumas inabilidades sociais, o personagem, interpretado pelo ator Jim Parsons, tem algumas lições que podem ser usadas por muitos empreendedores.

Confira algumas delas:

1. Crie uma rotina
Sheldon é um pouco controlador com suas atividades diárias – tanto dentro quanto fora do trabalho. No seu cronograma, tudo é organizado minuciosamente: o tipo de comida que come em cada dia da semana; as atividades que realiza com amigos; até o tempo que usa para fazer suas necessidades fisiológicas. Não precisa chegar a esse extremo, mas um pouco de organização com o tempo que você usa com cada atividade da sua rotina como empreendedor pode te tornar mais produtivo. Se você unir a força de vontade de Sheldon para ser metódico e determinado com a flexibilidade de se moldar a acontecimentos inesperados, conseguirá obter mais resultados.

2. Seja confiante
Em nenhum episódio do seriado você encontrará Sheldon incerto sobre sua opinião ou sobre o que acredita. Claro que, para o personagem, isso o leva a o extremo da intransigência, o que não significa que a confiança bem dosada não seja benéfica. Ela pode te ajudar a inspirar sua equipe e mostrar determinação, e também pode te ajudar na hora de conversar com possíveis investidores e competições de pitches – só não se inspire no medo que Sheldon tem de falar em público.

3. Tome cuidado com contratos
No seriado, a dupla Leonard e Sheldon vive no mesmo apartamento. Eles são conduzidos pelas regras impressas no Roomate Agreement, um extenso documento sobre os deveres e direitos dos dois. Na maioria das vezes, quem se dá mal é Leonard, que não leu com cuidado tudo que estava assinando. Por isso, seja um pouco como Sheldon e não deixe de analisar cada cláusula e implicação dos acordos que faz – com investidores, funcionários, fornecedores. E não tenha medo de reivindicar seus direitos caso eles sejam lesados.

4. Fale o que você pensa
Outra coisa que Sheldon não tem problema nenhum em fazer. Não deixe que a posição em que você se encontra – um empreendedor em busca de investimento, por exemplo – te impeça de se expressar e dizer o que pensa. Questione, tire dúvidas, conteste, não tenha medo de parecer ignorante. E reconheça seu erro se por acaso alguém mostrar que você está enganado. Até mesmo Sheldon pediu perdão em situações que cometeu erros extremos.

5. Nunca perca sua identidade
Não importa o quanto Sheldon seja criticado e desprezado por muitos dos outros personagens, ou quão irritante ele pode ser em alguns momentos, ele nunca se distancia – muito – de quem ele é. E é basicamente isso que faz o personagem e a série sucessos tão grandes. O mesmo vale para sua empresa e você: não venda seus objetivos e valores para conseguir crescer. Sua identidade tornará sua marca única e a diferenciará do resto do mercado.

6. Bazinga!
Mesmo com uma rotina estressante como a de empreender, nunca se esqueça de se divertir no processo. Abrir uma empresa não precisa ser apenas papo sério o tempo todo. Até Sheldon, um dos personagens mais quadrados e tensos da história da TV, consegue se descontrair um pouco, fazer piadas e olhar para o lado positivo de situações ruins. O processo de abrir um negócio pode ser mais fácil com um pouco mais de leveza.

Fonte: PEGN

As 5 lições de Jim Collins, tido por muitos como o sucessor de Peter Drucker

Ter o reconhecimento mundial da comunidade do Management e da Administração não é tarefa das mais fáceis. Imagina, então, ser considerado por muitos o sucessor do grande maestro da Administração contemporânea. Jim Collins foi o “cara” que alcançou esse status e hoje é um dos mais respeitados pensadores do mundo management da atualidade, tido por muitos como o herdeiro de Peter Drucker.

Suas ideias e ideais já pararam em 3,5 milhões de livros vendidos em 29 idiomas diferentes. Em palestra no HSM ExpoManagement de 2010, Jim Collins revelou algumas lições de bons modelos de Administração e cases de grandes empresas duradouras que conseguiram um desempenho superior ao longo do tempo. Veja as cinco grandes lições de Collins.

Lição 1 – Cuidado com o declínio

Jim Collins destaca que as grandes responsáveis pelo declínio de uma organização são as próprias empresas. “Algumas empresas caem ou sobem e isso não é questão das circunstâncias, é questão da escolha consciente e disciplina”, afirma.

Collins destaca que existem cinco estágios do declínio e que é preciso ficar atento a eles:

– Estágio 1: O excesso de confiança proveniente do sucesso
– Estágio 2: A busca indisciplinada por mais (escala, crescimento, “aplausos”…)
– Estágio 3: A negação dos riscos e perigos
– Estágio 4: A luta desesperada pela salvação
– Estágio 5: A entrega à irrelevância ou à morte

Lição 2 – Seja um “líder nível 5″

Um dos elementos que fazem com que uma empresa deixe de ser boa para ser excelente é a liderança. Para Collins, essa liderança deve ser baseada em tomadas de decisões corajosas, buscar fazer o melhor possível e, principalmente, ter humildade. “O ingrediente mágico entre os grandes CEOs não está em sua genialidade ou competência, mas em sua humildade e boa-vontade”, explica.

Jim Collins afirma que essas pessoas são consideradas os “líderes nível 5″ e possuem as qualidades dos níveis anteriores. Nível 1: reúne as capacidades individuais. Nível 2: as de equipe. Nível 3: as de administração. Nível 4: reúne habilidades de liderança: capacidade de comandar, dar direção, mobilizar e transformar um grupo.

Lição 3 – Não fique arrogante com o sucesso

A queda das empresas, muitas vezes, está na continuidade do modelo de gestão. Muitas empresas quando chegam ao sucesso mantêm o formato que lhes deu bons resultados e se acomodam, ou seja, não buscam inovar ou trazer algo diferente que agregue à empresa. “É preciso manter a empolgação, a auto-estima, criatividade e intensidade, mesmo quando tiver sucesso. Se as pessoas perdem isso, há possibilidade de declínio”, afirma Collins.

De acordo com Collins, foi assim que a Johnson & Johnson e a Page conseguiram se manter em mais de 100 anos de mercado.

Lição 4 – Não desmotive seus funcionários

Jim Collins explica que é comum ouvir que é preciso motivar os funcionários da empresa. Mas, através de pesquisas em diversas organizações pelo mundo, ele constatou que as características dos funcionários contratados recentemente já indicam um grau de motivação natural nesses profissionais.

Collins afirma, então, que a questão central não está na motivação desses funcionários, mas em não desmotivá-los. O guru diz que isso é possível quando a empresa está aberta a novas sugestões, encara outros projetos e dá as ferramentas necessárias para o andamento do trabalho.

Lição 5 – Escolha as pessoas certas

“A habilidade executiva número um é escolher as pessoas certas e colocá-las nas posições certas”, afirma Collins. Ele destaca que ter uma equipe comprometida com a empresa e ocupando os cargos ideais aumentam drasticamente as chances de o empreendimento dar certo.

Collins indica que existem algumas características para saber se a empresa contratou o profissional certo. Entre elas estão:

– pessoas certas se encaixam nos valores da corporação;

– pessoas certas não precisam ser gerenciadas de perto;

– pessoas certas compreendem que não tem emprego, mas sim responsabilidade;

– Elas fazem 100% do que realmente se propõe a fazer;

– Elas têm uma enorme paixão pela empresa e pelo trabalho que exercem.

Jim Collins

É um dos mais respeitado pensador do mundo de management da atualidade e considerado o sucessor de Peter Drucker. Jim Collins escreveu quatro livros – incluindo o clássico Built to Last, que registra 3,5 milhões de cópias vendidas em 29 idiomas e até hoje figura em listas de best-sellers.

Fonte: Administradores

Lições de Liderança 5 filmes que inspiram líderes

Ao assistir a um filme, muitas vezes nos surpreendemos com uma lição que pode ser útil em algum momento de nossas vidas. Mensagens motivacionais ou histórias comoventes nos mostram como transformar o nosso dia-a-dia, quer seja no âmbito pessoal, como também no profissional. Basta ficar atento ao enredo para captá-las.

Se você está buscando inspiração, veja abaixo cinco sugestões de filmes que todo líder deveria assistir, pelos valores ressaltados em cada uma das histórias.

A lista completa foi indicada pelo apresentador do The CEO Guru, da BBC, Steve Tappin e pode ser acessada aqui.

A LISTA DE SCHINDLER (1993)
Sinopse:
Na Polônia, durante a Segunda Guerra Mundial, o empresário alemão Oskar Schindler se vê beneficiado pelo sistema nazista ao empregar mão-de-obra judaica. Entretanto, aos poucos, Schindler se solidariza com a causa de seus funcionários depois de testemunhar a perseguição sofrida por eles.
Com:
Liam Neeson, Ben Kingsley, Ralph Fiennes
O que inspira: encontrar o caminho certo com humildade e mantendo sua integridade individual diante do pensamento falho de um grupo.

UM SONHO DE LIBERDADE (1994)
Sinopse:
O banqueiro Andy Dufresne é sentenciado, injustamente, a duas penas consecutivas de prisão perpétua pelo assassinato de sua esposa e de seu amante. Na Penitenciária de Shawshank, Andy se torna amigo de Ellis “Red” Redding, um interno influente, também sentenciado à prisão perpétua, que controla o mercado negro do presídio. A amizade ajuda ameniza a dura vida na prisão, mas também trás muitos ensinamentos aos dois. Com o tempo, Dufresne se revela um interno incomum.
Com: Tim Robbins, Morgan Freeman, Bob Gunton
O que inspira: Amizade, proatividade e poder de superação

CORAÇÃO VALENTE (1995)
Sinopse: Na Escócia do século XII, período no qual a região lutava contra o domínio inglês, William Wallace é acolhido por um tio após vivenciar a morte de seu pai. Crescido, casa-se com uma camponesa que acaba morta por um nobre inglês. Em busca de vingança, Wallace assume o comando de um pequeno exército de camponeses com o intuito de lutar pela soberania da Escócia.
Com: Mel Gibson, Sophie Marceau, Patrick McGoohan
O que inspira: busca pela liberdade; desafio e causa

A VIDA É BELA (1997)
Sinopse: Guido é um judeu que, durante a II Guerra Mundial, é enviado com a família para um campo de concentração. Apesar de ter sua vida transformada pelo nazismo, Guido usa inteligência e bom humor para amenizar a trágica situação, fazendo com que seu filho acredite que ambos estão participando de um jogo e não perceba o horror no qual estão inseridos.
 Com: Roberto Benigni, Nicoletta Braschi, Giorgio Cantarini
O que inspira: amor, família, e criatividade

MONYBALL: O HOMEM QUE MUDOU O JOGO (2011)
Sinopse: Billy Beane é o técnico do time de beisebol de Oakland, os A’s. Como em muitos esportes, as equipes ficam de olho nos times universitários e amadores à procura de novos talentos. Com o orçamento apertado, Beane decide investir em um sistema matemático que analisa e escolhe os melhores jogadores – inclusive suas posições.
Com: Brad Pitt, Jonah Hill, Philip Seymour Hoffman
O que inspira: encontrar e trabalhar os pontos fortes dos integrantes de uma equipe

Fonte: Abilio Diniz

Como o design de seu website afeta as vendas

Ok, você tem um website. Mas será que ele está jogando a seu favor, ou contra você?

De acordo com uma pesquisa da Missouri University of Science and Technology, leva menos de 2 décimos de segundo para um visitante formar a sua opinião sobre o seu website.

Isso significa que o design de seu website pode garantir que o consumidor compre o seu produto, ou fazer com que eles vão buscar outras alternativas.

Quando o design do website tem menos de 1 segundo para criar uma boa impressão, você precisa saber exatamente o que fazer e o que priorizar.

Aqui estão algumas maneiras de como esses elementos afetam seu website e como você pode otimizar cada recurso para deixar uma impressão duradoura.

1. Navegação

A navegação rápida e fácil em seu website irá construir a confiança na mente de seu cliente. Quando um website se abre para ser explorado, o usuário precisa acreditar que o website não tem nada a esconder.

Mantenha informações adequadas (breadcrumbs, links, etc.) adequados que ajudem o cliente a manter o controle sobre onde ele está dentro do seu website.

Além de ser rápida, a navegação deve ser esteticamente criativa também. Mesmo de maneira simples é possível brincar com linhas e formas básicas para que o seu website mostre um novo olhar entre os milhões de websites que as pessoas navegam diariamente.

2. Imagem primária

Os visitantes são atraídos pelo visual de seu website. Grandes e belos visuais. Se você estiver usando um visual primário em sua home page, você está certificando que os olhos dos clientes sejam direcionados para um único ponto focal.

Ele pode, então, tornar-se mais fácil para ajudar você a orientar os olhos dos clientes para um call to action.

A imagem principal precisa ser refrescante, otimizada para o download rápido e, de cores vivas.

3. Conteúdo

O conteúdo de seu website deve ser feito sob medida para o seu cliente. Em vez de reclamar sobre o que a sua empresa realizou ao longo de anos, seus objetivos devem ser dizer a seus clientes como você pode ajuda-los.

O tom de voz de seu website deve ser pessoal e de acordo com a idade e a personalidade de seus clientes. Concentre-se individualmente em cada leitor em vez de querer atingir milhões.

4. Mensagens recentes

Se você tem um blog, é sempre bom mostrar o que as outras pessoas estão lendo e recomendando em seu blog.

Ele funciona como um endosso aos leitores reais. Se você tem um post adicionado recentemente, deixe o visitante saber disso, para que ele possa ler o que de mais recente o seu website tem a oferecer.

Um estudo do Guitar Pro Labs provou que apenas adicionando mensagens populares e artigos recentes aos websites dobraram o número de resultados dos websites nas buscas do Google.

5. Botões de compartilhamento

Adicionar botões de compartilhamento de mídias sociais ao seu website geralmente garante que os seus visitantes serão capazes de expressar suas opiniões sobre a sua marca imediatamente.

Um usuário espera ver botões de compartilhamento social em um website. Então tê-los não lhe da pontos. No entanto, se você não o fizer, você vai ter espectadores procurando por eles e, em seguida deixando sua página reclamando sobre um website desatualizado.

6. Estética

Lembre-se que o cérebro humano está programado para notar coisas incomuns. O que nós litamos até agora lida com as características técnicas do website. Algo que a equipe de desenvolvedores precisa fazer.

A estética é um assunto em si, mas em geral a linguagem do design de um website precisa ser consistente.

Lembre-se que as linhas, formas, cores e texturas, tudo cria um estado de espírito e evocar um sentimento. Você precisa criar uma sinergia que evoca o seu cliente ao tipo de percepção que você deseja criar.

Crie uma ferramenta homogênea

No final, a estética do seu website só pode exercer um certo controle sobre a mente do espectador. Se você quiser criar uma impressão melhor, precisa olhar além da estética e chegar nos termos técnicos do design.

Detalhes como posts recentes podem dobrar a sua presença nos resultados dos buscadores, enquanto os botões sociais podem aumentar o número de pessoas que chegam ao seu website.

A curadoria de conteúdo de acordo com as personalidades do seu público é algo de grande importância e, junto a isso, um menu de fácil navegação vai fazer toda a diferença na maneira com que os usuários navegam em seu website.

Por fim, dê um passo para trás e analise seu website como um todo. Olhe-o como você enxerga uma pessoa: ele é bem vestido (nem muito formal, nem casual demais)? Será que o visual está sobrecarregando o texto ou está gritante demais?

Confronte as fraquezas de seu website e reformule impiedosamente qualquer conteúdo desnecessário.

Cada elemento de seu website deve ter uma razão sólida para estar lá, caso contrário, os espectadores virão para o seu website e sairão sem entender nada.

Fonte: YOW