Você já conhece os novos outdoors interativos?

Ja foi-se o tempo em que o outdoor era um simples painel colorido com frases chamativas, preços e fotos de pessoas felizes. Embora estes tipos ainda existam e atraiam consumidores, o universo deste tipo de anúncio está se expandindo. Agora, além dos divertidos modelos 3D (imagem), os novos outdoors interativos não se contentam somente com uma rápida olhada. Agora eles propõem uma ação e te convidam a ser parte da propaganda, seja como ator ou colaborador.

Alguns se aproveitam das últimas tecnologias para interagir com as pessoas por meio dos smartphones, outros realizam contagens, outros se movimentam, o fato é que a criatividade finalmente chegou aos painéis. E se muitos ficam tímidos em participar, não importa: muitas vezes criar um buzz (burburilho) já é o suficiente para que a publicidade cumpra sua missão.

Enquanto eles não aparecem por aí, vamos ver alguns outdoors que convidam o público a agir:

  • Na ocasião de lançamento da terceira versão do Creative Suite Adobe Software, a Adobe colocou um painel interativo na 14th Street, em Nova Yorque, com sensores infravermelhos que acionavam animações e músicas em sincronia com o movimento e proximidade do passante.

  • A missão: chamar atenção para uma exposição de bruxaria em um shopping. A ideia da agência Leo Burnett Iberia: descobrir se a população era superticiosa através de um outdoor com uma escada. Sensores de movimento contavam quem passava por baixo ou não. A exposição foi um sucesso.

Este foi instalado na Argentina para divulgação do Nike 10k, corrida realizada em várias cidades da América Latina. Os transeuntes foram convidados a treinar para as corridas na esteira ou a simplesmente a praticar atividade física por uns minutos. A cada kilômetro corrido, uma quantia era doada para a Unicef.

A série Big Love, da HBO, convidou as pessoas a interagir colocando uma entrada para fones de ouvido em cada cabeça da imagem, que mostrava pessoas comuns em uma rua da cidade. Com o fone era possível escutar alguns pensamentos secretos, confirmando a mensagem no anúncio que dizia “Todo mundo tem algo a esconder”. Também havia uma entrada com um áudio referente à próxima temporada da série.

Este outro, do Mc Donald’s, trouxe um game e oferecia produtos de graça para quem conseguisse os fotografar no outdoor. Então era só achar a lancheria mais próxima e mostrar a foto. Mensagens como “Tire uma foto do sundae e pegue um de graça” faziam a chamada.

Nestes dois últimos exemplos, da Nike e do Gooogle, os outdoors não tem nada de tecnológico, apenas uma boa sacada. Mas nem por isso deixam de ser interativos. Os painéis não são mais do que molduras para as paisagens locais que brincam com a nossa visão e nos fazem admirar o “aqui e agora”.

De vitrines publicitárias estáticas a produtos complexos e/ou inusitados, os outdoors acompanham o desenvolvimento da relação entre empresas e clientes, uma aproximação que ocorre graças à internet e aos novos meios e formas de comunicação.

Fonte: Design Culture

Prato Consciente é “vídeo que deveria ser visto pelo mundo”

Em sete dias o video obteve mais de 390 mil compartilhamentos na rede social, a partir do post de um internauta português.

A nostalgia está sempre presente no mundo criativo. O Adnews, por exemplo, tem uma seção do site chamada All Stars, onde cases históricos são relembrados semanalmente.

Será que case bom tem idade? Pelo jeito, não. Prova disso é que no final da última semana, a equipe da DM9Sul e o cliente Ecobenefícios foram surpreendidos com o alto número de shares espontâneos da campanha Prato Consciente no Facebook.

Em sete dias o video obteve mais de 390 mil compartilhamentos na rede social, a partir do post de um internauta português, que aliás, disse que a campanha é o “vídeo que deveria ser visto pelo mundo inteiro” , o que fez com que a campanha alcançasse visualizações em países como Portugal e Espanha, além de programas de TV no Brasil. E o número não para de crescer. Por dia a média de compartilhamentos da campanha tem passado de 50 mil.

O trabalho lançado no Dia Mundial da Alimentação (outubro de 2012) para reforçar a conscientização sobre o desperdício de alimentos no Brasil foi finalista em importantes festivais internacionais, como Cannes (shortlist em Promo) e Clio (shortlist em Design) tinha como objetivo alertar a população sobre o descarte exagerado de comida.

Mais do que uma campanha, a DM9Sul criou um prato com tamanho 20% menor do que um prato normal, mesma porcentagem de comida desperdiçada diariamente no Brasil. A ideia foi colocada em prática em restaurantes e refeitórios e o prato de tamanho reduzido tomou o lugar dos modelos tradicionais no almoço e jantar.

A reação de surpresa e espanto das pessoas foi documentada e pode ser vista abaixo:

Para finalizar a ação, a Ecobenefícios enviou uma caixa contendo o prato para os setores de Recursos Humanos de 200 empresas em todo o país e também para jornalistas, formadores de opinião e chefs de cozinha, chamando-os a levar adiante a iniciativa.

Na época do lançamento da campanha, o CEO da DM9Sul Márcio Callage comentou o trabalho e afirmou que com o registro em vídeo seria possível impactar um número ainda maior de pessoas através da internet.

Sua previsão hoje se mostra correta e o resultado de um trabalho tão impactante foi a procura de organizações e empresas multinacionais pelo modelo de prato criado pela DM9Sul, para que fosse usado em seus refeitórios, além de mais informações sobre o consumo consciente.

Fonte: Exame

Onde divulgo a minha marca?

A complexidade de distribuir conteúdos entre as mídias cresceu proporcionalmente ao aumento dos novos meios. Descubra o que levar em conta para garantir a integridade da sua marca neste cenário.

Quebrar paradigmas é sempre um desafio, independentemente do que seja. De um lado está o convencional, o pensamento linear, no qual o mercado já está acostumado e, do outro, o espírito criativo, a inovação, a mudança de comportamento, o famoso “pensar fora da caixa”. Um exemplo desta situação foi quando o mundo começou efetivamente sua transformação de analógico para digital – mudança que ainda estamos vivenciando.

Antigamente, tínhamos poucos veículos de comunicação que, basicamente, eram: a TV, o rádio e os meios impressos, jornal e revista. Hoje, o mundo é digital e tudo é mídia, desde a esteira da academia, o corrimão da escada rolante do shopping, o chão dos supermercados e até os celulares. As próprias pessoas se tornaram mídias. E, se antes já haviam especificações a serem seguidas para ter um anúncio publicado em uma mídia específica, imagine atualmente, com os múltiplos canais que temos à nossa disposição.

A complexidade de distribuir conteúdos para essas mídias cresceu proporcionalmente ao aumento dos novos meios. Um banner para web, por exemplo, precisa ser adaptado e entregue de diferentes formas, para cada portal, cada um com suas exigências. Em contrapartida, o ambiente em que as agências de publicidade atuam é um meio artístico e intelectual, pois o seu core business está mais voltado para a criação, o planejamento e a compra de mídia, por exemplo, bastante diferente das atividades operacionais necessárias para a preparação e a adaptação das peças publicitárias. Portanto, surgiu uma necessidade de um player diferenciado para realizar o trabalho entre a criação e os veículos de comunicação, que exigem receber tudo conforme suas especificidades técnicas.

A produção crossmedia existe para atender exatamente esta demanda. Trata-se de uma etapa cada vez mais importante no fluxo da comunicação e contempla todas as etapas de produção e adaptação de conteúdos criativos, feitos por um anunciante e sua agência de publicidade, antes da sua veiculação na mídia. E nada mais é do que o real conceito de integração entre mídias, em todas as suas vertentes: impressa, web e mobile, garantindo a integridade da marca em todas as suas aplicações.

Adaptar e entregar uma campanha para cada tipo de canal, em geral, é um processo demorado e que, além do risco de gerar inconsistências, também pode tirar o foco da estratégia e da construção da mensagem principal que a marca deseja transmitir. Portanto, o trabalho realizado por uma empresa de crossmedia está 100% focado em oferecer eficiência operacional, o que significa produzir com rapidez, segurança, qualidade e garantia de integridade das marcas em todas as peças entregues em todos os canais. E, com mais mídias e mais públicos, é vital que se tenha uma operação eficiente e uma produção rápida e segura.

Sendo assim, o uso de uma produção integrada permite que os anunciantes e as agências tenham uma peça, reaproveitando e distribuindo esta linha criativa em múltiplas plataformas. E, além de todas as vantagens de uma operação eficaz, com a adição de tecnologia, passamos a ter todos os registros de tudo o que é feito em todas as mídias. Esta base armazenada tem um incrível valor, pois ajudará na mensuração dos investimentos em marketing. Portanto, o segredo para o sucesso nesse setor é a combinação de três elementos: processos organizados e rastreáveis, soluções integradas de tecnologia e treinamento e aculturamento de pessoas. Isso é inovação, é ter coragem para arriscar e fazer diferente acreditando em ideias que facilitem nossas vidas.

Fonte: Endeavor

Os 10 melhores e criativos comerciais de 2012

Para o mercado criativo e publicitário brasileiro foi um ano visivelmente bom, o reflexo disso são as citações e comentários entre o grande público. O que é um grande feito, quando a proposta da publicidade esse ano foi engajamento com o público alvo, parece que o caminho foi encontrado.

Dê aqui sua opinião sobre os listados. E caso o seu favorito não esteja aqui, comente também.

 

Fonte: Publicitário Pobre

Anúncio criativo da Freeport testa sua superstição!

Uma peça super criativa feita na Av. Republica, onde o outdoor interativo brinca com os pedestres, contabilizando quem passou ou não por baixo da escada.

Junto ao outdoor, uma escada foi fixada junto a 2 sensores de movimento e um painel de LED para a contagem; super criativo, confira o vídeo: