Publicis abre miniagência no Kidzania

1

Quem estiver de passagem pelo Shopping Eldorado, em São Paulo, pode levar suas crianças para experimentarem a vida de publicitário.

A Publicis lançou a Publicis Kids, miniagência que fica na unidade brasileira da KidZania – rede de parque de diversões mexicana que lançou sua primeira unidade brasileira no shopping paulistano.

Em um espaço que reproduz a identidade visual da Publicis, inclusive com o famoso leão-símbolo da agência, meninos e meninas com mais de seis anos são incentivados a criar campanhas de cunho social e ambiental.

O KidZania funciona todos os dias em dois turnos: das 9h às 14h e das 15h às 20h. Os valores de ingressos para crianças entre 4 e 14 anos e para adultos, além de mais informações, podem ser encontrados no site do parque.

2

3

Via Meio & Mensagem

Facebook para agências! Conheça o portal criado pela rede social para apoiar o mercado publicitário.

adnews-7131812691422279883df8146e2e07a9e1332ac025187d2fe001692bb47

O Facebook lançou nesta segunda-feira (26/01) seu portal dedicado a agências publicitárias, que reúne informações sobre a plataforma, orientações sobre geração e direcionamento de anúncios, além de dados que vão apoiar os anunciantes na construção de marca, vendas online e medição de resultados.

Chamado de “Facebook para Agências” (facebook.com/business/a/agencias), o objetivo do portal é facilitar o dia a dia das agências com os dados que vão dar suporte geral para o planejamento, criação e execução de campanhas publicitárias. Também estarão incluídos casos de sucesso locais e internacionais.

“Nesses quatro anos de Facebook no Brasil percebemos o amadurecimento do mercado e o quanto aumentou a demanda por informações e dados sobre a plataforma por parte das agências. O portal vai centralizar os dados e facilitar o acesso às informações, locais e globais, que as agências necessitam para criar suas campanhas”, destaca Renata Gimenez, gerente de parcerias.

O portal também informará sobre as datas dos Webinars aplicados pelo Facebook ao longo de 2015; além do dia da segunda edição do Agency Day, em São Paulo – evento dedicado às agências que reuniu 300 participantes no ano passado.

Via AdNews

Como funcionava uma agência de publicidade?

Este é um raro documentário que mostra como funcionava a estrutura de uma agência de publicidade nos anos 80, mais precisamente em 1987. A primeira agência chamada Convence Comunicação, do Piauí, reuniu nomes que hoje são reconhecidos no mercado em suas áreas, alguns presidentes de agências.

Alguns processos como na criação e produção e a divisão organizacional definida que ainda hoje é seguida com algumas adaptações, infelizmente, poucas agências locais possuem essa estrutura. No entanto, outras seguem à risca e estão próximas de completar duas décadas em funcionamento.
Destaque para o processo de trabalho feito manualmente no departamento de arte e no laboratório, além dos estilos de roupas dos funcionários “Prafrentex” (moderno) e o corte de cabelo em forma de “Mullet” (curto na frente em cima e nos lados e longo atrás) utilizado na época.
Como a própria agência diz: “Esta é a porta principal da Convence Comunicação. Por aqui entram todos os dias diversos tipos de clientes, com seus problemas e aspirações, buscando soluções no vasto mundo da publicidade“.

Fonte: Comunique9

Chocolates na sexta-feira!

Respondendo ao bilhete enviado pela equipe do PisoJá: sim, gostamos muito de chocolate por aqui!!!

Após muito suor derramado, recebemos este presente inusitado aqui na agência, onde temos trabalhado neste projeto que está para ser lançado em breve!

Obrigado a toda a equipe da PisoJá por trazer uma tarde achocolatada para a Sopa de Ideias.

Quatro questões para 2013

Uma frase dita no Caboré dá o tom do que está sendo 2012 para o mercado: é um ano de aprendizagem, com expectativas que não se cumpriram e com a necessidade de ajustes durante o percurso. O verbo está no presente porque, ao contrário do que ocorria no passado, as agências têm trabalhado intensamente até na véspera das festas. Portanto, ainda há muito por entregar. Mas não há como não pensar em 2013. O que ele nos reserva?

Embora 2012 se despeça com um PIB pífio — para alguns especialistas, o crescimento rondará 1%; para o governo, 2% —, existem bons sinais de retomada, sobretudo porque em junho acontece a Copa das Confederações, que deverá aquecer a indústria da comunicação. Por outro lado, a crise econômica internacional continuará a exercer pressão sobre as agências que fazem parte de grupos multinacionais (situação prevalente entre as maiores do setor). O que, em si, representa um importante desafio para os players.

Tais assuntos já norteiam as discussões do mercado. No entanto, há outras questões que igualmente merecem a atenção das lideranças desta indústria. São temas que foram debatidos por este Meio & Mensagem ao longo do ano e que apontam a necessidade de mais reflexão e ação para que venham propostas que permitam ao mercado crescer acima de barreiras que, por vezes, o próprio setor cria.

1. Primeiro foram as conversas em caráter mais reservado. Havia tantas concorrências acontecendo ao mesmo tempo e com exigências tão extremas, envolvendo pesquisas e planejamento de longo prazo, que as queixas foram se sucedendo. Depois o problema ganhou abertura, com manifestações em eventos como o MaxiMídia. Ficou exposto o crítico retrato do momento, em que processos especulativos tomam frequentemente o tempo e a energia dos talentos das agências, sem que isso implique remuneração. Um cenário em que contas são revistas apenas porque isso se transformou em prática para diminuir custos, sem se colocar na balança o peso estratégico da comunicação para as marcas. No MaxiMídia ensaiou-se um movimento em busca de uma saída. Mas não foi além. Ainda não se vê uma maior mobilização em torno das concorrências especulativas. Ou não é essa uma questão para se colocar à mesa em 2013?

2. Os encontros de jornal realizados em 2012 discutiram bastante a força do digital nas receitas, que é pouco representativa nesse sentido. Inovação para o papel ficou em segundo plano, um erro. Ainda há muitos leitores do diário físico, como mostrou pesquisa da associação mundial dos jornais. É preciso que os veículos confiem mais no potencial de seu produto, investindo em soluções, reformulações, posicionamento. Isso tanto dá certo que O Globo levou o Caboré de Mídia Impressa, entre outros prêmios que amealhou neste ano.

3. Leões e outras conquistas do gênero valorizam profissionais, agências, redes. No entanto, acabam banalizados porque tudo se faz por um troféu, inclusive aquela história que parece não ter fim: o fantasma. Sua produção se sofisticou e hoje as peças têm até veiculação (para se ter o registro de que elas saíram em algum lugar). Entretanto está claro que certas campanhas surgiram com o único propósito de ganhar prêmio — e isso é muito primário. Até quando será assim?

4. A busca por talentos é outro tema que chama a atenção. O passe de um “profissional completo”, como se diz no mercado, está tão alto devido à escassez de talentos que as agências disputam nomes oferecendo salários bem acima do que caberia a um funcionário sem tanto back­ground. Ruim para a agência, bom para o profissional? Nem tanto. Quem atinge um status para o qual ainda não está preparado corre o risco de ser logo dispensado já que ainda não tem condições de entregar o que se esperaria de um talento mais tarimbado. Outro problema é que o nível de comprometimento sofreu abalos. Uma das reclamações feitas no mercado é que os profissionais não se entregam tanto a projetos de longo prazo. Afinal, de uma hora para outra eles podem estar em novo endereço. Há algo a se fazer diante disso?

Esses são temas que podem ser discutidos pelas lideranças do setor, pelos fóruns que representam o mercado. Poderiam ser colocados na agenda, na lista dos projetos e metas do ano. E poderiam constar do check-list que se faz a cada final de exercício. Ou seja, daqui a um ano, quais dessas questões teriam respostas e abririam espaço para as demandas de 2014? Porque se há algo que incomoda quando se monta uma lista de prioridades é ver que as pendências vão mudando de lugar em vez de desaparecerem de vez da linha de frente.