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F/Nazca ganha Blue Wave em Integrated

April 25, 2012 - 8:14 am No Comments

A campanha “Curiosismo”, da F/Nazca S&S, levou o primeiro GP do Wave Festival deste ano. A ação, criada para a Pinacoteca de São Paulo, ficou com um dos grandes prêmios do Blue Wave, o de Integrated, que prestigia a melhor campanha integrada. Os jurados não concederam o GP de Big Idea por considerarem que nenhuma dos trabalhos inscritos tivesse realmente se destacado.

Fred Gelli, jurado do Blue Wave e presidente do júri de Design, diz que o grupo que avaliou os trabalhos inscritos discutiu bastante até que ponto a ideia premiada em Integrated deveria ter escala. “Chegamos a decisão de que isto não era importante, mas sim que esta ideia tenha através de várias mídias a capacidade de envolver o público alvo, no caso restrito, já que é um público de artes plásticas em São Paulo. Mas é uma ideia inteligente, com sutileza, bom gosto e expressão em diversas mídias. E tem um conceito de experiência interessante, acima de tudo. Te convida para um experiência integrada, com capacidade de gerar envolvimento”, conclui, citando que a campanha premiada envolveu filme, banners na Pinacoteca, catálogo e exposição, entre outras mídias.

Já sobre a ausência de prêmio em Big Idea, Gelli diz que não houve um trabalho inscrito que se destacasse suficientemente para merecer o GP. “A ideia é a matéria prima do trabalho de todos nós. Dar a alguém este prêmio tão especial sem ter nada tão relevante é desvalorizar a nossa matéria prima básica de trabalho”, justifica Gelli sobre a ausência de um vencedor.

O Blue Wave foi a primeira categoria julgada na edição deste ano do Wave Festival, que acontece até o dia 25, no Copacabana Palace, no Rio. Um grupo formado por todos os presidentes de júri definiu o vencedor da categoria. Os profissionais que participaram foram: Gastón Bigio (Ogilvy Argentina e David); Erh Ray (BorghiErh/Lowe); Raphael Vasconcellos (AgênciaClick Isobar); Fred Gelli (Tátil Design); Hector Fernandez (Publicis Mexico); Verônica Cheja (Urban PR Argentina); Manuel Rivero y Hornos (Human Full Agency, Argentina) e Marcelo Com Riera (Proximity, Chile).

Fonte: Meio & Mensagem

A Sopa de Ideias acaba de lançar o novo website para a Zoje Máquinas de Costura.

April 24, 2012 - 1:45 pm No Comments

A Sopa de Ideias acaba de lançar o mais novo website para a Zoje Máquinas de Costura, repleto de novas funcionalidades, visual renovado e imagens surpreendentes.

O objetivo da reformulação foi o de dar maior valor ao produto e à sua apresentação, e também trabalhar a força da marca e seu posicionamento no Brasil.

Mais um grande trabalho executado por nossa equipe, com muita qualidade e competência.

Em se tratando de características técnicas, o site foi desenvolvido rigorosamente sob as especificações da W3C, para tornar-se altamente indexável pelos mecanismos de busca (verifique aqui).

É compatível com todos os dispositivos móveis do mercado, possui recursos impressionantes como máquinas em 360º, Super Zoom, e sistema de CMS (gerenciamento de conteúdo) próprio, desenvolvido e adaptado às necessidades específicas do cliente.

Foi realizado um trabalho de imagens para cada categoria de produtos, com animações em tecnologia jQuery e muita interatividade.

Acesse www.zoje.com.br e confira.

 

 

Saiba como funciona o buscador do Google

April 24, 2012 - 7:55 am No Comments

O Google respondeu à dúvida de um usuário sobre como funciona todo o processo de busca da ferramenta de busca. A explicação foi dada via vídeo no Youtube pelo engenheiro de software da empresa Matt Cutts, que conseguiu resumir tudo em três pontos principais.

“Existem três coisas necessárias para ser a melhor ferramenta de busca do mundo. Antes de tudo, você precisa vasculhar a internet profundamente. Em seguida, você cria um ranking da importância das páginas e depois retorna apenas as relevantes em primeiro lugar,” afirmou Cutts.

O segredo, no entanto, é encontrar o balanço perfeito entre a proximidade das palavras, a reputação da página e os links apontando para o site. “Esse é o nosso molho especial”, confessou o engenheiro.

Para trazer as respostas de buscas mais relevantes possíveis, o Google vasculha a internet constantemente em busca de novidades a fim de atualizar o banco de dados.

Assista ao vídeo:

Fonte: AdNews

“Curtir” aparece em cabides da C&A

April 20, 2012 - 8:22 am 2 Comments

Usuários podem opinar via Facebook.

Foi lançada na quarta, dia 18, a ação “Fashion Like” da C&A através do Facebook. Inspirada nas mulheres que sempre pedem opinião das amigas para fazerem compras, a agência DM9DDB desenvolveu um sistema que integra o Curtir do Facebook às peças disponíveis nas lojas.

Funciona assim: a fanpage da C&A disponibiliza dez modelos da próxima coleção do Dia das Mães para que os usuários possam Curtir. O mesmo número de curtidas que aparece na rede social é exibido, em tempo real, nos displays digitais inseridos nos cabides das peças. A ação acontecerá no próximo sábado, dia 21, na loja conceito da C&A, no Shopping Iguatemi de São Paulo.

Confira o vídeo interativo da ação:

Fotos: Divulgação

Texto: Ana Paula Backes (ana.backes@usefashion.com)

Fonte: Portal UseFashion

Os novos paradigmas do Marketing B2B.

April 16, 2012 - 10:12 am No Comments

A Internet mudou para sempre o modo de se fazer negócios:

Transformou o relacionamento entre empresas, seus clientes e parceiros de negócios, exigindo formas inovadoras de trabalho, mais rápidas e eficientes.

Os prospects estão no controle do processo de compra:
Buscam informações por conta própria, por diferentes meios, e definem o seu próprio ritmo através das fases do ciclo de compra. Só querem contato com um vendedor, nos estágios finais do ciclo, quando mais de 70% do processo decisório já foi feito.
A forma de comunicação através dos canais de marketing se alterou:
As empresas mais bem preparadas estão investindo em táticas de Inbound Marketing, que propiciam uma melhor relação custo/benefício.

É preciso descobrir os meios preferidos que seu público alvo quer utilizar para se comunicar e se engajar. A adoção de diferentes canais tende a aumentar:
Dispositivos móveis, rich media (vídeos, podcasting), mídias sociais (blogs, microblogs, redes sociais). As mensagens precisam ser cada vez mais personalizadas e segmentadas, exigindo a adoção de novas táticas, recursos tecnológicos adequados e equipes preparadas;

É preciso preparo para saber conversar:
Por quê? Por que mesmo que um prospect ache seu website e possa navegá-lo livremente, ele espera poder comprar em seus próprios termos, e no rítmo que o deixe dentro de sua área de conforto. O novo paradigma diz que os clientes não querem ser abordados agressivamente, preferem se conectar e cultivar um relacionamento com a marca. A forma mais viável é através de um conteúdo de qualidade que promova o engajamento e construa credibilidade;

É preciso disponibilizar conteúdo relevante no timing correto:
Para conversar adequadamente, conteúdo relevante deve ser disponibilizado gratuitamente, contextualizado e otimizado. Para ter maiores chances de tornar um lead inicialmente sem qualidade num lead qualificado, você precisa ter conteúdo de qualidade e recursos interativos para educá-lo e construir um relacionamento.

É preciso disponibilizar conteúdo relevante no meio correto:
A estratégia de comunicação deve estar mais voltada para os meios interativos e focada na acumulação de capital de relacionamento – qualidade e profundidade – junto a seus clientes.

É preciso se tornar uma via de mão dupla, entendendo, formando e educando o cliente ao mesmo tempo:
O diferencial competitivo deve se basear nas interações e na administração das experiências dos prospects / leads / clientes com seus produtos e serviços. O foco está em fornecer soluções e serviços diferenciados e no relacionamento, não na transação em si. Para poder interagir produtivamente, é preciso capturar dados dos prospects para montar um perfil que possibilite entendê-los.

Para gerar receita, Marketing precisa:

  • Engajar os prospects no início do ciclo de compra, provendo informações relevantes e educando os leads, de acordo com cada estágio do ciclo de compras. Hoje a venda começa com o Marketing;
  • Saber identificar quais são os leads maduros e nutrir os restantes, até que eles estejam prontos para decidir;
  • Ser capaz de gerar e administrar um maior número de campanhas simultâneas e multicanais, sem contratação de recursos;
  • Fazer um follow-up mais consistente;
  • Poder demonstrar o impacto que as ações de marketing geram no faturamento e comprovar o ROI de cada campanha e/ou segmento de mercado para o negócio.
  •  Substituir os “soft numbers” (aberturas, cliques, N# de visitas) por “hard numbers” (taxas de conversão em cada fase do ciclo de compra, custo por lead, custo por ação, custo por venda, receita por campanha, segmento, etc.; ROI, diminuição do ciclo de compras);
  • Começar a ser percebido como centro de receita e não como centro de despesa.
  • Marketing e Vendas precisam trabalhar mais alinhados, sendo corresponsáveis pelas conversões em vendas.

Os resultados do seu negócio dependem mais da qualidade dos leads do que da quantidade.

A geração de leads pode ser feita de diferentes formas, mas a geração de leads qualificados requer uma abordagem diferente, permitindo que a área de vendas trabalhe mais focada, lidando só com as oportunidades de maior probabilidade de conversão em vendas. O gerenciamento de leads é um processo dinâmico e interativo, que deve ser monitorado e ajustado continuamente.

O surgimento de novas mídias, as redes sociais, a micro fragmentação de audiências, a proliferação dos canais de contato com clientes, além da movimentação do poder em direção ao cliente, transformaram o trabalho de marketing em um imenso quebra-cabeça.

Administrar a área de marketing de uma empresa é uma missão que exige mais e mais disciplina, processos e o correto uso de tecnologia. Não é mais possível improvisar, o nível de exigência é muito alto.
Um sistema de automação de marketing e gerenciamento de leads proporciona aumento da taxa de retorno, muitos benefícios, baixo risco e um investimento modesto.

Escrito por: Max Barbosa

Apple é autorizada a vender iPad 2 brasileiro

April 10, 2012 - 5:03 pm 1 Comment

De acordo com o site MacRumors, a Apple conseguiu o sinal verde do governo para iniciar as vendas do iPad 2produzidos no Brasil. Em breve os consumidores verão nas lojas tablets com o escrito “Made in Brazil”. O preço do aparelho deve sofrer reduções com a produção nacional.

foto-ipadO certificado de autorização vale apenas para o iPad 2 de 16 GB, versão que está sendo produzida nas fábricas da Foxconn em Jundiaí, interior de São Paulo. Os outros modelos, com 32 GB e 64 GB, serão descontinuados no país com o lançamento do novo iPad 3 – este último sem previsão para ser fabricado no país.

O início das vendas dos iPads brasileiros pode fortalecer ainda mais o mercado e diminuir o valor da segunda geração do tablet, que chega a ser um dos mais caros do mundo. Com os benefícios fiscais fornecidos pelo governo, o tablet da Apple pode se tornar mais acessível. Exemplo disso é a “Lei do Bem”, ou “Lei do Tablet”, que diminui a tributação de impostos sobre estes produtos.

O preço e data de início das vendas ainda não foram divulgadas, mas o site afirma que a Apple já tem o certificado, e por isso já pode começar a vender.

Fonte:
Techtudo

Google Chrome se torna o navegador mais popular do Brasil

April 9, 2012 - 10:13 pm No Comments

Embora não tenha alcançado o posto do navegador mais popular do mundo, ao menos no Brasil o Chrome já pode ser considerado o software mais usado da categoria. Uma pesquisa divulgada na última quarta-feira (4 de abril) pela Navegg mostra que o produto da Google já domina 35% do mercado local, contra 33% do Internet Explorer e 20% do Firefox.

O Safari, da Apple, tem uma participação de 8%, enquanto os demais navegadores somados conquistam a preferência de somente 4% da população brasileira. O estudo, que avaliou os hábitos da internet tupiniquim, mostra que os desktops ainda dominam a cena local — 92% dos acessos à rede mundial de computadores são feitos através de máquinas do tipo.

O Windows permanece o sistema operacional mais usado do país, estando presente em 94% das máquinas do país. Quando o assunto são plataformas móveis, o Android domina o mundo dos smartphones com uma fatia de 52%, enquanto nos tablets o iOS da Apple reina absoluto, aparecendo em 72% dos dispositivos vendidos no Brasil.

75 milhões de pessoas analisadas

A pesquisa também contém dados interessantes sobre a idade dos consumidores. Enquanto homens com idade mais avançada correspondem à maior parcela do público dos produtos fabricados pela empresa de Cupertino, mulheres jovens dão preferência a produtos com a marca Windows e ao sistema operacional da Google.

Os resultados foram obtidos através do monitoramento de aproximadamente seis mil sites, incluindo endereços de compra coletiva e comparadores de preços. Ao todo, a Navegg avaliou o perfil de 75 milhões de pessoas, suficiente para dar uma boa ideia do público que frequenta a internet no Brasil.

Fonte:
Tecmundo

Anunciar na página de logout do Facebook custa US$ 710 mil

April 3, 2012 - 8:32 am No Comments

Alugar todo o espaço na página que as pessoas veem ao clicar em Sair é tão caro quanto um comercial no intervalo das finais de futebol americano nos EUA.

Manter seus participantes logados pelo maior tempo possível é uma das maiores preocupações do Facebook, mesmo assim, a maior rede social do mundo consegue fazer fortunas com todos aqueles que clicam em “Sair”. Segundo o site AdAge, o preço cobrado para manter um único anúncio na página de logout do Facebook é assustador: US$ 710 mil (perto de R$ 1,3 milhão) por dia.

O novo banner da tela de saída foi disponibilizado pela rede social no último mês e já pode ser considerado o produto do Facebook que mais se parece com um outdoor do mundo real: um espaço grande e bem visível no qual empresas podem divulgar seus produtos e serviços. Até então, o único modelo de anúncios praticado pela rede eram os pequenos quadros dispostos nas barras laterais do site.

O Facebook afirma que o alto valor cobrado é perfeitamente justificável, já que mais 37 milhões de pessoas acabam clicando em “Sair” diariamente. Mesmo assim, a comunidade de empresas anunciantes questiona a relevância destes números, considerando que o valor seria o suficiente para comprar a página de entrada — e não de saída — dos sites Yahoo, YouTube e MSN pelo mesmo período.

Fonte: Tecmund

Venda de Soluções – A Arte de Gerar Valor na Negociação

March 28, 2012 - 1:52 pm No Comments

Como criar valor extraordinário para os clientes? O que os clientes valorizam?

Do ponto de vista técnico, pode-se dizer que valorizam uma organização que busca feedback e que é capaz de resolver seus problemas e atender às suas necessidades. Buscam também um líder e uma equipe de vendas que têm a capacidade de escutar e a coragem de desafiar o ambiente “tradicional de negócios”, tudo para melhor atender os seus anseios.

Afinal de contas, o que é valor do ponto de vista dos clientes? Valor é o que tem significado, podendo ser definido como o grau de benefício obtido como resultado da utilização e das experiências vividas com um produto e serviço, somado à percepção dos clientes e das demais partes interessadas sobre o grau de satisfação de suas necessidades, considerando o preço, as características e atributos do produto, a facilidade de manutenção, de aquisição e de uso, ao longo de todo o seu ciclo de vida.

Sendo assim, o que tem significado para o cliente pode ser a assistência técnica, a agilidade, a disponibilidade de estoque, um contrato de fornecimento, a redução no custo, o prazo de pagamento, a pontualidade, o relacionamento, a flexibilidade na entrega, a customização, a padronização, a consultoria tecnológica, a performance, a lucratividade em potencial, dentre tantos outros.

A única forma de descobrir o que realmente tem valor é por meio do mapeamento deste atributo junto ao cliente em todos os momentos da venda, seja na primeira abordagem, na entrega e ainda no pós-venda.

Philip Kotler, o guru do marketing, relembra o fato de que muitas organizações têm uma visão clara sobre o valor que gostariam de oferecer aos seus clientes, mas muitas vezes não compreendem esse valor segundo suas perspectivas.

É nesse momento que deve entrar em cena o vendedor, com o objetivo de identificar os atributos de valor esperados pelo cliente. Para tanto, requer-se deste último uma atuação como verdadeiro gestor de negócios dos clientes, em contraposição a uma atuação simplista de mero tirador de pedidos. Continue lendo este post »

7 expressões proibidas na hora de vender

March 26, 2012 - 11:09 am No Comments
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São Paulo – Provadores de lojas de roupas costumam ser cenário de uma clássica cena no mundo dos vendedores. A atendente, nitidamente constrangida, diz que a peça ficou ótima na cliente que mal consegue respirar vestindo uma roupa tão apertada. No fim das contas, a venda não acontece.

Muitas vezes, o vendedor fica com fama de mentiroso, mesmo que a intenção não seja exatamente esta. “Essa abordagem de venda faz o cliente ficar ainda mais em dúvida”, explica Mário Rodrigues, diretor do IBVendas.

Mentir, não deixar o cliente falar e ser pouco profissional são erros fatais na hora de vender. Um empreendedor que sabe vender deve ser também um consultor e evitar algumas expressões que pegam mal com a clientela e podem até manchar a imagem da sua pequena empresa.

1. “O produto foi feito para você”

O clássico dos provadores ainda é muito usado pelos vendedores na tentativa de convencer o cliente. O produto pode ter ficado bem no consumidor, mas, levada ao pé da letra, a expressão é mentirosa. “É óbvio que aquilo não foi feito sob medida para o cliente. Se ele estiver inseguro, vai ficar em dúvida”, diz.

2. “Tenho uma condição especial só para você”

Este é mais um caso de expressão que pode soar altamente falsa. A sugestão do especialista é evitar frases que não pareçam reais. “Está na cara que é uma mentira. O cliente percebe e deixa de confiar no vendedor”, conta Rodrigues. No fim, esta expressão mostra mais que o vendedor está interessado na comissão da venda e do que no bem estar dos clientes.

3. “O nosso produto é melhor”

É muito comum, segundo Rodrigues, a tática de desmerecer a concorrência para tentar convencer o consumidor. “Antes de falar que o seu produto é melhor, saiba o que o cliente quer. Ele pode rebater o seu argumento e a situação ficaria chata”, explica. Além disso, é importante construir uma imagem própria para a sua marca, que não deve ser só baseada na comparação com os concorrentes.

4. “Você nunca vai conseguir uma proposta melhor”

Neste caso, a intenção do vendedor pode ser valorizar o seu produto e a sua marca. Mas acaba correndo o risco de ofender os clientes. “Dizer ‘nunca’ subestima a capacidade do cliente em conseguir uma oferta melhor. É uma expressão muito negativa e o cliente pode se indispor mais facilmente”, afirma. Mais uma vez, vale a pena valorizar o seu negócio indicando os seus diferenciais no mercado.

5. “Esta é a nossa política. Não há como mudar”

Quando o vendedor se vê em dificuldade, ele pode usar a empresa como desculpa para o cliente. “Não fale mal da sua própria empresa ou produto por mais que o cliente esteja pressionando”, ensina Rodrigues. Em uma negociação, o melhor a fazer é tentar uma proposta dentro das condições do cliente e da empresa.

6. “O concorrente é muito ruim”

Mais uma vez, os vendedores usam com frequência a tática de diminuir o concorrente com o objetivo de valorizar a própria empresa. “Normalmente, quando o cliente está pendendo para a concorrência ele já tende a achar que ela é melhor. O desafio é convencê-lo que a solução da sua empresa é melhor”, explica.

7. “Amiga, querida…”

Intimidade demais faz mal para as vendas também. “Não pode chegar chamando o cliente de amigo. Demora anos para se tornar amigo de alguém. Soa falso”, explica Rodrigues. O ideal, nestes momentos, é sentir qual é o comportamento do consumidor: se ele é tímido, extrovertido ou mesmo indiferente. “Existe um mito do quebra-gelo. É louvável estabelecer empatia, mas é um engano achar que simular intimidade é uma forma de conquistar o cliente”, diz. Por isso, nada de apelidos ou adjetivos. Chame o cliente pelo nome apenas.

Fonte: Exame