Batalha de Páginas: Varejistas On-line

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Na nova edição do estudo Batalha de Páginas, do Buzzmonitor, analisamos a performance de players do varejo online, como Magazine Luiza, Americanas e Submarino.

O objetivo foi comparar a performance de páginas concorrentes ou semelhantes nas redes sociais, além de capturar dados sobre seus consumidores, durante o mês de janeiro até a primeira quinzena de fevereiro.

TOP GENDER

A partir das menções coletadas durante o período monitorado, notamos que 71,5% dos usuários do Twitter que mencionaram o Magazine Luiza são do sexo feminino.

Dos usuários que mencionaram o perfil do e-commerce Americanas.com, 50,2% são do sexo feminino e 49,8% são do sexo masculino.

Já o e-commerce Submarino possui a maior taxa de comentários de usuários do sexo masculino no Twitter, 56,8%.

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TOP BIOS

Com o report Top Bios conseguimos alguns insights interessantes sobre as preferências dos usuários do Twitter que mencionaram os canais de varejo online. Dos que citaram o e-commerce Magazine Luiza, identificamos jornalistas e usuários engajados em política e música. Já as pessoas que falaram sobre a Americanas.com e Submarino, são amantes de séries, música e literatura.

CRESCIMENTO DE FÃS

No total de fãs, a Americanas.com apresentou pouco mais de 4 milhões durante o período monitorado, com um crescimento de 36,184 novos fãs. Já o Submarino apresentou um crescimento de 5,159 novos fãs, ficando atrás da Americanas.com por uma diferença de 54 mil fãs.

O e-commerce que obteve o maior crescimento no número de novos fãs foi o Magazine Luiza, que conquistou 129,918 mil novos usuários, mas ainda possui um total menor do que os concorrentes, de 2,957,379 milhões. Coincidentemente nesse período, o e-commerce reduziu seu quadro de funcionários com o objetivo de tornar-se mais eficiente e lucrativo.

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USUÁRIOS QUE CITARAM AS PÁGINAS

O número de pessoas que falam nas redes sociais sobre os e-commerce Submarino e Americanas.com diminuiu durante o mês de janeiro e a primeira quinzena de fevereiro. A página Magazine Luiza foi a única que apresentou crescimento de 14.03% – maior taxa dentre as três.

Submarino e Americanas.com tiveram uma redução de 54.67% e 43.44%, respectivamente.

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Veja o estudo completo para saber quem foi o vencedor dessa edição do Batalha de Páginas:

Via BuzzMonitor

Estudo faz mapeamento das maiores marcas brasileiras no Facebook

Você sabe como as marcas brasileiras se comportam no Facebook? A agência It’s Digital fez um mapeamento de 1156 marcas ativas de 110 segmentos diferentes do mercado entre novembro de 2015 e janeiro deste ano. Os resultados foram muito interessantes, e mostram muitas carências no mercado de Redes Sociais, assim como o perfil do conteúdo que é mais comum aqui no Brasil. Vale a leitura!

Veja os gráficos a seguir:

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Via AdNews

2015 o ano em que o mobile já ultrapassou o desktop

Nós olhamos nossos celulares mais de 150 vezes por dia. É um dos poucos objetos que é tão pessoal que tem senha. Ele transforma a vida das pessoas, assim como transforma mercados e indústrias. Mas as marcas não estão acompanhando essa transformação.

O investimento em mobile ainda é de apenas 5%.

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Fonte: Google (g.co/mobileday)

 

Alguns mitos e respostas

Mobile é para quem é rico?

O uso do 3G cresceu 123% nos últimos 18 meses. São 48,3 milhões de usuários de smartphone na classe C. A classe C cresceu 204% em menos de dez anos e movimenta atualmente 495 bilhões de reais em renda própria por ano.

 

É só para redes sociais e entretenimento?

Apenas 28% do tempo é gasto com redes sociais e entretenimento. Os outros 72%: Fotos, bancos, mapas, apps de empresas, buscas, e-mail, comparação de preços, compras.

 

Sites móveis não têm conversão?

86% dos usuários de smartphone fazem pesquisa de compras no mobile. O site mobile (ou responsivo) é o principal canal para atividades comerciais nos celulares.

 

Vale a pena assistir

Confira o documentário produzido pela Google sobre o “Mobile Day”

Infográfico: existe solução para os anunciantes no Facebook?

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O Facebook continua a mudar o algoritmo do newsfeed da plataforma, dificultando ainda mais o alcance das marcas por meio de posts orgânicos. Isso força os anunciantes a repensar suas estratégias na rede social.

Se você é uma marca grande, somente 2-8% dos fãs visualizarão seus posts. A empresa afirma que essas alterações visam a satisfação dos usuários e, ao mesmo tempo, a receita publicitária da plataforma continua a crescer. Será que os anúncios pagos são a única esperança para as marcas?

O infográfico do Marketo explora a relação do Facebook com as marcas. Será que o fim da gratuidade para todos? Se sim, o que os anunciantes podem fazer a respeito?

Facebook-Infographic

Via ProXXIma