Como era o “photoshop” antes de existir o Photoshop

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Quem começou a trabalhar com design gráfico ou publicidade há menos de 25 anos não faz ideia de como tem a vida fácil. Em 1990, a Adobe lançou o Photoshop, o software de edição de imagem que veio a se tornar sinônimo do próprio trabalho a que o programa se destina.

Você consegue imaginar o quanto a vida dos designers gráficos ficou mais fácil depois do Photoshop? Então veja o vídeo abaixo, criado pelo portal de e-learning Lynda em homenagem aos 25 anos do software. Nele, o designer Sean Adams mostra como era feito o layout de um anúncio 30 anos atrás: com muito uso da régua, do estilete e da cola!

Já pensou ter que esperar 24 horas até um tipógrafo escrever o texto do seu anúncio? Pois é…

Via Brainstorm 9

A história de 5 ícones que todos conhecem

Estes símbolos surgem no nosso dia-a-dia de uma forma natural, como se fizessem parte de nós.

Já alguma vez pensou, qual a sua origem?! A razão de ter aquele formato e não outro?! Quem o desenvolveu?!

Esta semana, vou tentar responder a essas perguntas e deixar o mistério de lado, em relação a alguns símbolos.

Partilha

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Este ícone semelhante a um diagrama de árvore, foi desenvolvido por Alex King, em dezembro de 2006 e comprado pela ShareThis em 2007. Originalmente, para criar a ação genérica de compartilhar uma página (bookmarking social ou memetracker), ou seja, enviar um e-mail da página para alguém.

No entanto, este ícone não é uniforme por todos, como poderão ver na imagem abaixo e fica a dúvida se será este a liderar no futuro.

Play

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É um ícone, que se encontra em toda a parte e em diferentes suportes. Mas, ficamos com a dúvida, onde surgiu?!

Não existe uma noção exata de onde surgiu, o que se pode dizer é que foi a partir dos anos 60, na era do audiovisual e da bobine. O significado original do triângulo nessa época, na verdade era uma seta, indicando a direção do carretel.

O grande sucesso deste ícone, deveu-se essencialmente à globalização da indústria de equipamentos eletrónicos.

Através do sucesso deste, foram gerados outros com a mesma base, o triângulo. Como por exemplo, o ícone de avançar para a frente ou para trás.

Bluetooth

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De todos os símbolos aqui apresentados, Bluetooth definitivamente tem a melhor história.

No século X, o Rei Dinamarquês Harald Blåtand ou Harold Bluetooth, em inglês, adorava os frutos azuis (mirtilos) e por isso os seus dentes andavam sempre manchados de azul, daí o nome. No entanto, não foi essa a razão para ter dado origem ao ícone, foi o fato de ter unificado o monte da Escandinávia, ou seja, o objetivo do Bluetooth.

Com base nesta história foi desenvolvido o ícone. Pegaram na velha runa para o H e B (Harold Bluetooth), como poderão ver facilmente na imagem.

USB

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Todos temos algo com este ícone. Com o significado de útil, omnipresente e barato, está presente em diversos aparelhos e cabos, desde carregadores, discos externos, entre outros. Basicamente simplifica o uso de diversos cabos.

A ideia do símbolo surgiu com Neptuno Trident Dreizack. O tridente simboliza o “poder”, no sentido de ser um único conetor para vários dispositivos. As diferentes formas nas extremidades simbolizam a condução.

Como se trata de um símbolo um pouco abstrato, muitas vezes são usadas as três letras USB, até este se tornar normalizado a uma escala global.

Ligar/Desligar

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Este é um símbolo mais universal que existe, e é usado nos mais diversos aparelhos.

Com origem, no sistema binário usado pelos engenheiros na Segunda Guerra Mundial. O 1 significa ligado, e o 0 deligado. Em 1973, a Comissão Internacional Eletrotécnica chegou à conclusão de que um círculo interrompido por uma barrinha no centro representaria, o estado de “standby” dos aparelhos eletrônicos (lembrando o sistema binário). No entanto, o Instituto dos Engenheiros de Eletrônica e Elétrica (IEEE) achou a definição muito vaga, e resolveu que o símbolo deveria simplesmente representar “ligado / desligado”.

Espero que apreciem e que seja um ponto de partida para partirem à descoberta de outros símbolos/ icons, entre outros.

Via Design Culture

Facebook registra Carnaval mais interativo da história

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Nos quatro primeiros dias de Carnaval, os foliões geraram 295 milhões de interações no Facebook (curtidas, compartilhamentos e comentários). Isso representa mais que o dobro do Carnaval de 2014, que registrou 125 milhões de interações no período.

Com 91 milhões de brasileiros acessando o Facebook mensalmente, isso significa que três em cada cinco deles entraram na plataforma para falar sobre o Carnaval. Em 2014, do primeiro sábado de folia ao desfile das campeãs de domingo, 36 milhões de pessoas estiveram envolvidas em conversas sobre a folia.

Vale lembrar que, como em praticamente todos os grandes eventos, qualquer gafe, deslize ou fato inusitado pode viralizar um meme, o que contribui bastante com a interação massiva. Foi o que aconteceu com a fantasia da cantora Claudia Leite, que virou motivo de piadas e comparações na web. (vide foto acima)

Já no Instagram, mais de 10 mil fotos foram compartilhadas em duas ações que exibiam as fotos dos foliões nos trios elétricos de Claudia Leite e Ivete Sangalo. Para motivar essa interação, a plataforma desenvolveu um pacote com 16 stickers para o Messenger, em parceria com o estúdio Mola.

Via AdNews

Vídeos mostram como são feitas as comidas de propaganda

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Estamos cansados de saber que aquelas comidas maravilhosas que estampam as propagandas de restaurantes dificilmente serão servidas assim na vida real. Agora, o produtor de vídeos Minkhy Le, dono da Whisk Films, fez um trabalho para mostrar como são feitas as imagens perfeitas – e a resposta não é só Photoshop.

Segundo publicou em sua página no Vimeo, Le fez um curso de dois dias com a “estilista de comida” Denise Vivaldo. Usando as suas dicas, ele resolveu mostrar para o mundo o que acontece nos bastidores dos comerciais.

A série, batizada de “Real Food But Not Really” (algo como comida de verdade, mas não muito), possui três vídeos. O primeiro mostra a preparação de um hambúrguer. Para sair bem na foto, ele não fica nada suculento. A carne não é cozida, apenas grelhada em pontos estratégicos, e ganha um corante para ficar com cara de bem passada. A salada fica no lugar, porque é presa com alfinetes, o ketchup é colocado com uma seringa e a parte de trás do hambúrguer, que não aparece na foto, é preenchida com algodões.

Le também produziu um vídeo mostrando como se faz o sorvete mais fotogênico e o refrigerante com a aparência mais refrescante. O primeiro também envolve uma seringa para colocar a cobertura e um produto especial que deixa a massa mais firme. Já o refrigerante fica imerso em cubos de gelo falsos e o copo é borrifado com gotículas artificiais. Confira os vídeos:

Real Food, But Not Really. | 'Something Sparkling' from Minhky Le on Vimeo.

Real Food, But Not Really. | 'Something Savoury' from Minhky Le on Vimeo.

Real Food, But Not Really. | 'Something Sweet' from Minhky Le on Vimeo.

Via Época Negócios

Gangnam Style “quebra” o YouTube com elevado número de acessos

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É isso mesmo que você leu! Pela primeira vez um vídeo passou o número máximo de visualizações que o YouTube tinha capacidade para contar. O vídeo mais visto da história, que bombou precisamente em 2012, continuou aumentando ainda em visualizações até que ele simplesmente “quebrou” o YouTube.

Isso aconteceu assim que o clipe de Gangnam Style ultrapassou os 2.147.483.647 views, já que a variável inteira usada na contagem, de 32-bits, havia chegado ao seu limite máximo, impedindo a adição de novas visualizações.

A solução foi atualizar a variável inteira do contador para uma 64-bits, que agora passa a permitir um total de 9 quintilhões de visualizações – ou, para ser mais exato, chega à contagem máxima de 9.223.036.854.775.807 unidades.

“Nunca imaginamos que um vídeo seria assistido mais do que o valor máximo permitido por uma variável inteira de 32-bits”, explicou o YouTube em um comentário no vídeo de Gangnam Style. “Mas isso foi antes de PSY. Gangnam Style foi visto tantas vezes que precisamos fazer uma atualização”, esclareceram.

Via Brainstorm9